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sábado, 25 de janeiro de 2014

O amor entre Deus Pai e Deus Filho

é tão firme, consistente e substancioso que dele procede uma pessoa, a do Espírito Santo. Como o Pai e o Filho são eternos, eterno é também este amor e eterna é esta pessoa. O amor entre marido e mulher deve ter como modelo este amor entre as Pessoas da SSma. Trindade. Ele se manifesta de modo substancial nos filhos. O amor é, por sua natureza, fecundo; ele faz o outro ser. Os filhos são um transbordamento do amor de seus pais. Mesmo entre os cristãos, religiosos ou leigos, que vivem o celibato por amor do Reino do céu, o seu amor, para ser verdadeiro, deve ser fecundo, isto é, deve fazer o outro ser. É nesse trabalho de amor que a pessoa que ama se realiza. Para tanto, ela precisa do outro. Onde uma pessoa se realiza mais e melhor? No matrimônio ou no celibato? Tanto faz num estado como no outro. Realiza-se mais e melhor aquele que mais e melhor ama, o que é possível tanto no celibato quanto no casamento. Aí deve haver uma santa rivalidade.

sábado, 28 de setembro de 2013

Um par de jovens encontra-se

e, como dizem, "gostam-se", o que lhes parece ser amor e indício seguro de que foram feitos um para o outro e, portanto, devem casar-se. Casam-se. Os primeiros meses são de euforia. Vem o primeiro filho que lhes parece fruto de um milagre esperado por eles. O casal está em escensão. Tudo, parece, corre às mil maravilhas. Mas, colocando já, nas alturas do firmamento o balão cheio de felicidade e que deveria subir mais e sempre mais até o infinito, enchendo-se mais e mais de verdadeiro amor, o balão começa a vacilar e dar mostras de que o casal vai enfrentar uma turbulência, daquelas normais da vida de qualquer casal e até necessárias para testar o valor de sua fidelidade e aquilatar a pureza do seu amor. Se o amor é verdadeiro e está firmado no amor de Deus, o susto passará e haverá bonança, o amor mútuo será mais maduro e terá havido experiência bem aproveitada para outras borrascas, vendavais, tempestades. Se o amor for daqueles que, no fundo, é puro egoísmo, ou amor misturado com egoísmo, sobrevêm as primeiras decepções, os primeiros furos no balão e, se eles não forem consertados em tempo, vão perder altura, vão se desentender, vão brigar o que não deveria acontecer quando um, dois ou mais filhos nada tem a ver com o problema dos pais, antes, tem todo o direito de verem os pais viverem juntos e em paz. O balão se precipita e a ruína do casamento pode ser total.
Valeu enquanto havia amor? 
Que amor é esse que acaba?

sábado, 10 de agosto de 2013

Para os casais que verdadeiramente se amam, o outro é um corpo habitado por uma alma imortal.



Os casais que verdadeiramente se amam, dizem um para o outro, em silêncio, tudo o que querem e se entendem muito bem.
Para eles, as palavras são, muitas vezes, um atrapalho, pois na verdade, não exprimem os seus reais sentimentos e o que verdadeiramente querem dizer; são como muletas das quais se libertam para caminhar livremente nas sendas do verdadeiro amor.
É pena que muitos casais não tenham essa vivência; o interesse de conhecer o seu consorte além da superficial epiderme.
Para estes, o outro é um corpo, não mais que isso, não lhe interessando que seja habitado por uma alma imortal, única, irrepetível, enfim, uma pessoa com seu gênio, temperamento, caráter e outras características especiais e peculiares que valeria a pena conhecer para corrigir, aperfeiçoar, desenvolver.








segunda-feira, 8 de julho de 2013

Castidade - Fidelidade.

Somente um casal casto poderá permanecer fiel por toda a vida. Marido e mulher castos em seu matrimônio confiam plenamente um no outro, estejam onde estiverem, juntos ou distantes um do outro pelo tempo que for necessário por motivo de algum dever. Ciúme entre eles não existe.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A mulher carrega em si o mistério da vida.

A maternidade começa com a  concepção do filho. É o homem, que deve ser o seu legítimo marido, que dá à mulher a possibilidade de ser mãe. É a mulher que dá ao homem, do qual deve ser legítima esposa, a possibilidade de alguém o chamar de pai. Deus deu a um homem e a uma mulher legitimamente unidos, apartilha na coroação da obra da criação. Eles podem dizer como Deus: "Façamos um homem a nossa imagem e semelhança".

domingo, 18 de novembro de 2012

O casamento cristão.

É um contrato de amor quando duas pessoas, um homem e uma mulher doam, mutuamente, aquilo que de mais precioso tem: as suas pessoas. A doação é doação, portanto gratuita e, uma vez feita, não volta atrás. Isto só existe no Cristianismo, em especial na Igreja Católica, para a qual o casamento é um sacramento. As autoridades civis controlam e regulamentam os consórcios matrimoniais e os consideram sob o ponto de vista material, supondo um possível divórcio ou separação, visando proteger ambas as partes, sobretudo a mulher, de possíveis prejuízos materiais. Tanto é verdade que o casamento civil procura proteger os bens materiais do casasl, que o casamento-contrato é feito ou com comunhão universal ou parcial de bens ou com a separação dos mesmos. Portanto, casar só no civil é fazer, é aceitar conviver mas fazendo uma espécie de seguro de proteção e garantias sobre os bens materiais. Quem se casa só no civil pode pensar em tudo menos no amor, e se acham que o tem, nada mais é que egoísmo. Não é da alçada do juíz ultrapassar a parte material do casamento; ele apenas registra a decisão de um casal conviver um com o outro com as coisas que tem, tanto que numa separação ou num divórcio ele não pensa nas pessoas, mas nas coisas das pessoas, que estas coisas sejam divididas com justiça. Casamento só no civil é muito pouco para um cristão; é um casamento que acontece mais por isntinto que por amor, sem medir as consquências.

 
 Jesus, querendo explicar da melhor maneira o seu amor para conosco e para com a humanidade, Ele diz que se casou conosco, levando a sério esta união porque foi por verdadeiro e total amor, e quer que os que se casam procedam como Ele procedeu, isto é, que os cônjuges se amem como Ele amou a sua Igreja até o fim, sem tergiversações dando por Ela a sua vida, fazendo da sua união com a Igreja e da união dos casais cristãos um sacramento, uma fonte de bênçãos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Deus como testemunha.

O casamento não é um simples contrato. O casamento é uma consagração mútua tendo Deus como testemunha; e consagração significa dedicação total.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A "descartabilidade" e "reaproveitabilidade", estão entrando na própria vida do ser humano.


Vivemos na época do descartável e reciclável, do lixo que não é lixo e, por isso aproveitável. Isto é muito bom porque se evita muito desperdício e se dá serviço à muita gente que não teria como viver. Até aí tudo bom, muito bonito, maravilhoso.


Mas acontece que a "descartabilidade" e "reaproveitabilidade" está entrando na própria vida do ser humano: descartam-se fetos humanos pelo abôrto; descarta-se a mulher ou o marido para reciclar a vida conjugal com um outro homem ou outra mulher.
Dizem até que o casamento  reciclado é melhor, que o casal se entende melhor e é feliz.
E assim vai...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Preste atenção quando for se casar!

"Quando você se casa com alguém, casa-se também com o passado dele".
Daí, é bom conhecer este passado antes de casar.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Casamento, sucesso na vida

A beleza, a alegria, a felicidade de um casamento está na vida casta do casal.
Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tem que ser assim até o fim?

Muitos casais cristãos vivem o seu casamento como uma triste fatalidade.
Vivem juntos porque assim o juraram e não há outro jeito; tem que ser assim até o fim.
Seria bem diferente se vivessem o seu casamemnto como um sacramento, amando-se um ao outro como Cristo amou a sua espôsa a Igreja.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O amor para ser verdadeiro

O amor humano tem que ser purificado e santificado passando pelo coração de Jesus, não apenas o amor dos espôsos mas também o amor dos solteiros e sobretudo o amor das pessoas consagradas a Deus, porque o amor delas é também humano, como foi igualmente o amor de Jesus pela humanidade.
Se o amor humano não passa pelo coração de Jesus, ele se deteriora como o sangue que, saindo do coração para ele não volta para ser purificado novamente, a fim de novamente ser enviado para o organismo e fortalecê-lo.
Marido e mulher devem se amar mutuamente em Jesus Cristo.
O amor do marido por Jesus Cristo, passa pelo amor à sua mulher.
O amor da esposa por Jesus Cristo passa pelo amor à seu marido.
O amor dos sacerdotes vai primeiro à Jesus, para dalí descer aos homens.

sábado, 24 de setembro de 2011

Amor que transborda, pode ser derramado.

Um casal, somente deveria unir-se sexualmente quando estivesse transbordando de amor, necessitando derramá-lo em outro ser.
Amado pelos seus pais, o filho haverá de amá-los também. Quando o amor dos três estivesse para transbordar novamente, deveria recair sôbre um nôvo filho e irmão.
O amor não pode parar de crescer, mas, o número de comensais numa família tem seus limites. Então, o amor que transborda pode ser derramado sôbre os pobres, os abandonados, os órfãos, os idosos, os doentes, os pouco amados.
Tal seria o casal, tal seria a família verdadeiramente feliz.
Há quem ache que não, respeitemos!

sábado, 10 de setembro de 2011

Satisfação e cruz

É necessário que haja pessoas que renunciem ao casamento-união-corporal, através do qual cresce o reino dos homens, para assumirem o casamento espiritual, numa dedicação total aos seus semelhantes, para que no reino dos homens cresça o Reino de Deus.
Em ambos os casamentos há satisfação e cruz.
"Quem puder entender, que entenda"!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O primeiro milagre

Quem diria que Jesus daria início ao seu ministério público com a participação numa festa de casamento e com o primeiro milagre ali realizado?

sábado, 11 de junho de 2011

Matrimônio: casal em sintonia com Deus

Os efeitos das bênçãos e graças divinas do matrimônio, sacramento realizado é evidente na Igreja, com a Igreja pela Igreja, dependem da preparação ou do preparo espiritual dos noivos. Para que isto aconteça, é preciso que o casamento seja não apenas válido, mas também lícito. O casamento é válido sempre que, ausentes os impedimentos que o tornam nulo, um homem e uma mulher, diante de Deus, diante do ministro e de pelo menos duas outras testemunhas, se aceitam livremente.
Para que o casamento seja lícito, isto é, para que ele seja realizado como deve ser, é preciso que os nubentes estejam em sintonia com Deus, em amizade com Ele, em estado de graça, como se costuma dizer, isto é, não tenham transgredido gravemente algum mandamento da Lei de Deus, estejam sem pecado grave, que bloqueia o recebimento das bênçaõs e graças, penhor de um matrimônio santo e feliz.
Causa dó de ver como noivos desconhecem o valor do seu casamento. Consequencia disso é a facilidade com que, por sua conta, o dissolvem.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Casamento

São muito poucos os casais que vivem o seu casamento como um sacramento, isto é, como sinal sensível e eficaz da graça, sinal da doação de Deus, de suas graças e bençãos; Muitos vivem o seu casamento como uma triste fatalidade. A maior parte o encara como oportunidade de sexo legalizado.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Conhecendo o outro


Quando você se casa com alguém, casa-se com o passado desse alguém. Daí ser bom conhecer esse passado antes de casar.

Era uma vez um casamento


Gostaria que todos os casais fossem pelo menos amigos um do outro. Com tristeza observo que, em tempo de namoro é aquela procura e interesse; no tempo de noivado, troca de presentes e muitas atenções, aquelas promessas de fazerem-se felizes, aqueles projetos, aqueles sonhos, é aquele “meu amor daqui, meu amor dali”, no dia do casamento aquela festa, lua de mel. Em seguida, caem na realidade da vida a dois e todos aqueles sonhos, pouco a pouco, vão se desfazendo. Começam a aparecer os problemas financeiros, de saúde, de educação das crianças e, em vez de os dois se debruçarem sobre eles para encontrarem e escolherem um caminho comum, começam as divergências acentuadas, os nervosismos, as intransigências, as ausências, as omissões e aquelas palavras de afeição e carinho do tempo de namoro e noivado sucedem-se as palavras ríspidas e pesadas ofensivas e até palavrões. Assim, era uma vez um casamento que tinha tudo par ser bem sucedido e feliz. A partir de então o casal tolera-se, apresenta-se junto na sociedade para não dar na vista, levando uma vida sem ideais, sem sentido, chocha, chata, vazia.