Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!

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domingo, 21 de abril de 2013

Indicai-me o caminho certo, esclarecei-me, iluminai-me!

É muito importante que cada pessoa vá pelo caminho que Deus lhe traçou para ser feliz e fazer o mundo feliz. Cada qual, portanto, pensando no que fará da sua vida como peregrino, deve perguntar: Senhor, é por aí que devo ir? Indicai-me o caminho certo, esclarecei-me, iluminai-me! 
Quantas pessoas vão pelo caminho que elas mesmas escolheram sem consultar Deus, pensando em seus próprios proveitos. Vão se dar mal!
Conheci um padre que deixou o sacerdócio ao qual foi chamado -se não fosse chamado não seria sacerdote- para se casar. Casou-se, teve um filho, e pouco tempo depois morreu num acidente de avião quando estava em trabalho a serviço da Firma na qual se engajara.
É grande o número de casais que vejo sem nenhum amor mútuo, levando uma vida sem sentido, juntos porque assumiram um dia este compromisso e acham que o jeito é suportá-lo até o fim.

domingo, 28 de outubro de 2012

Anjos como guardas de honra.

Eu não saberia dizer de quantas vezes a dignidade do sacerdote é superior à dos anjos, mas que é superior, isto é, e os próprios anjos a reconhecem. A meu ver, no dia da sua ordenação sacerdotal, o padre, além do Anjo da Guarda que tem desde o seu nascimento, recebe mais dois Anjos como guarda de honra que o acompanham para onde quer que vá e o defendem, mesmo que o sacerdote abandone o seu ministério.

O mundo precisa muito de pessoas que optem pelo casamento sacerdotal.

O sacerdócio e a vida religiosa são como um casamento com excessão do sexo. No mais é tudo como na vida de uma família, só que em âmbito maior. O casamento sacerdotal e religioso em vez de ser com um homem ou uma mulher, é casamento com um grupo pequeno ou grande de pessoas a quem se dá, gratuitamente toda dedicação e amor: são os doentes, crianças abandonadas, os jovens, o povo de uma paróquia, o povo que precisa ser evangelizado em terras de missão, os meninas e meninas adolescentes, moços e moças que, nas casas de formação são preparados para a vida sacerdotal ou religiosa etc... O mundo precisa muito de pessoas que optem por tal casamento.

domingo, 5 de agosto de 2012

Amor sacerdotal.




O sacerdote não dá o seu coração à ninguém em particular, para poder doá-lo à todos por inteiro, de tal modo que cada um se sinta singular e totalmente amado.


domingo, 16 de outubro de 2011

Por que os padres não se casam?

Eu respondo: porque os padres, verdadeiramente padres, têm um coração tão grande para amar que uma só família não basta, sobraria muito lugar e eles não poderiam ser felizes.
Eles são felizes assim como são, e há sempre um lugar para todos em seu coração.
A cada sacerdote Jesus faz a pergunta que fez a São Pedro: Você me ama mais do que os outros? Então vem e segue-me.

domingo, 9 de outubro de 2011

Que dizem os homens que Eu Sou?

Muitos católicos têm do Padre uma idéia negativa, triste, pessimista porque só tem contacto com ele e o chamam, quando alguém da família está morrendo ou já morreu. "Guardam" do Padre a idéia de um "enterrador de mortos", o que não deixa de ser uma obra de misericórdia.
Interessante que não pensam o mesmo dos médicos.
Jesus disse:"Se um pastor tiver cem ovelhas e perceber que uma delas se perdeu, não deixará ele as novemnta e nove no redil para sair à procura da que está faltando?"
Mas, pergunto: Se um pastor tiver quinze, vinte, trinta mil ovelhas, como dará pela falta de uma delas? Como as poderá contar? Como poderá conhecer a cada uma pelo nome? Não é uma injustiça confiar tantas ovelhas a um só pastor?
Não deveriam as paróquias ter pelo menos pastores auxiliares tantos quantos fossem necessários para que a ausência de uma só ovelha fosse já percebida e se tomassem providências para ir à sua procura para saber o que aconteceu com ela, o que houve?
Não se pode colocar um padre numa paróquia exorbitantemente extensa com uma população imensa e lhe dizer: aí está o seu campo de trabalho, vire-se!
Não se pode contar só com a boa vontade de alguns leigos abnegados. É necessário gente melhor preparada e até remunerada!
Numa paróquia urbana de 20.000 pessoas, deveria haver pelo menos dez capelas ou locais de culto e instrução que poderiam ser casas com uma sala com capacidade pelo menos de cem pessoas, onde morasse um diácono com sua família, que assumisse o cuidado de 400 ou 500 famílias, o que já é demais, num trabalho de evangelização e ecumenismo, que se sustentasse com as coletas e um sistema de dízimo bem organizado.
O povo tem que ser primeiro bem evangelizado - em geral ele não é - para depois poder participar frutuosamente dos sacramentos, sobretudo da Eucaristia.

Dizer Sim como Maria e levar para a sua família e o mundo Jesus que salva.

A missão das mulheres é dar sacerdotes para a Igreja e não serem elas sacerdotes; é darem aos sacerdotes, como a Virgem Maria a Jesus, seu corpo de carne; é acompanharem os seus filhos sacerdotes no exercício de sua missão; é serem as primeiras discípulas de seus filhos, as primeiras ouvintes de suas palavras, como Maria o foi com relação a Jesus.
A missão da mulher-mãe, é dizer "sim" como Maria e levar para a sua família e o mundo Jesus que salva.
Se faltam sacerdotes é que faltam mães sacerdotais e a solução é multiplicá-las em vez de elas mesmas assumirem uma missão para a qual não foram chamadas.

sábado, 10 de setembro de 2011

Satisfação e cruz

É necessário que haja pessoas que renunciem ao casamento-união-corporal, através do qual cresce o reino dos homens, para assumirem o casamento espiritual, numa dedicação total aos seus semelhantes, para que no reino dos homens cresça o Reino de Deus.
Em ambos os casamentos há satisfação e cruz.
"Quem puder entender, que entenda"!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Os padres tem o sacerdócio ministerial, os leigos o existencial.

Os padres exercem sôbre o povo cristão o seu sacerdócio ministerial para que o povo possa viver o seu sacerdócio existencial na familia, no trabalho, na sociedade no lazer.
Neste sentido os leigos precisam dos padres para poderem viver o seu sacerdócio;
por outro lado, o sacerdote sem um povo é estéril e não tem sentido.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Não dificulte meu caminho

Ninguém dificulte meu caminho em minha missão como sacerdote porque haverá quem os tire da minha frente.

sábado, 11 de junho de 2011

Funcionários de Deus

Hoje fui chamado por um paciente do Hospital Nossa Senhora das Graças, de funcionário de Deus. Achei bonita a qualificação proferida por um cristão sincero na prática da sua fé em agradecimento da visita que lhe fiz. Realmente, os sacerdotes são funcionários de Deus nem sempre bem remunerados pelo povo a quem servem, mas certos da remuneração régia de Deus.

terça-feira, 7 de junho de 2011

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Missão sacerdotal

Ninguém aceita a missão sacerdotal para, através dela, enriquecer, mas para servir em simplicidade de vida e desapego. Isto, porém, não quer dizer que o sacerdote não deva ser remunerado pelos serviços que presta às pessoas e às comunidades. É por esta remuneração que as pessoas demonstram a estima e o valor do ministério sacerdotal e dos bens que auferem através dele. Alguns, entretanto, lembram: não disse Jesus “De graça recebestes, de graça também daí”? (Mt 10,8). Sim, Jesus disse isto a respeito dos dons que lhes deu de curar os doentes, de ressuscitar os mortos, de purificar os leprosos e de expulsar demônios. De fato, o que os sacerdotes receberam de graça eles não devem cobrar, mas podem receber remuneração pelo seu trabalho de acordo com o que também disse Jesus. Aliás, São Paulo, escrevendo aos Coríntios (ICor 9, 13): “Não sabeis que aqueles que desempenham funções sagradas vivem dos rendimentos do templo, e aqueles que servem ao altar têm parte no que é oferecido sobre o altar?”. O Senhor ordenou àqueles que anunciavam o evangelho que vivam do evangelho. (17/06/1996)