que tinha onze filhos - o pai artista musical - que teve a experiência da morte de um deles de apenas três anos. Sentiram a sua morte como a de filho único. Um casal com onze filhos é para o mundo de hoje uma loucura, algo até ridículo porque é um alerta para aqueles que vivem desbragadamente o casamento. Na verdade, é um testemunho maravilhoso e incentivador para que sacerdotes, religiosos e leigos vivam com alegria o seu celibato e castidade.
Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!
Total de visualizações de página
Mínimas e Máximas
Páginas
Mostrando postagens com marcador celibato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador celibato. Mostrar todas as postagens
sábado, 1 de março de 2014
"Em verdade vos digo
vós, que deixastes tudo e me seguistes, recebereis cem vezes mais e tereis como herança a vida eterna". "E todo aquele que, por minha causa, deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa, receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna".
Estas palavras disse Jesus em resposta ao apóstolo Pedro que, depois do episódio do jovem rico lhe perguntou: "Eis que deixamos tudo para te seguir. Que haverá então para nós?" (Mt. 19,23-29). Este trecho evangélico e outros a ele semelhantes os protestantes não lêm e também certos leigos e sacerdotes. Dos seus doze Jesus pede tudo, inclusive que renunciem a ter uma família.
Um pouquinho antes, no mesmo capítulo 19,12 Jesus diz: "há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus". "Quem puder compreender, compreenda". Portanto, se alguém não conseguir compreender, que cale a boca. A pessoa que não entende o celibato "POR AMOR DO REINO DOS CÉUS", não recebeu o dom de compreender. Observe-se que não é qualquer celibato; trata-se do celibato por amor. Os protestantes em geral não dão valor a essas palavras de Jesus. Citam, com mais frequência aquilo de S. Paulo: "É melhor casar-se do que abrasar-se" (1Cor. 7,9).
A Igreja entende que Deus chama a seu serviço as pessoas necessárias para o trabalho missionário e de evangelização que sejam capazes, como os apóstolos, de deixar tudo. Jesus é o primeiro incentivador do celibato por amor, de modo que não tem razão de ser o combate a esta maneira de segui-lo. A Igreja entende que Jesus quer em seu serviço pessoas desapegadas de tudo como os apóstolos.
O celibato por amor do Reino dos céus deve ser valorizado e estimado porque dele Jesus foi o primeiro exemplo.
sábado, 25 de janeiro de 2014
O amor entre Deus Pai e Deus Filho
é tão firme, consistente e substancioso que dele procede uma pessoa, a do Espírito Santo. Como o Pai e o Filho são eternos, eterno é também este amor e eterna é esta pessoa. O amor entre marido e mulher deve ter como modelo este amor entre as Pessoas da SSma. Trindade. Ele se manifesta de modo substancial nos filhos. O amor é, por sua natureza, fecundo; ele faz o outro ser. Os filhos são um transbordamento do amor de seus pais. Mesmo entre os cristãos, religiosos ou leigos, que vivem o celibato por amor do Reino do céu, o seu amor, para ser verdadeiro, deve ser fecundo, isto é, deve fazer o outro ser. É nesse trabalho de amor que a pessoa que ama se realiza. Para tanto, ela precisa do outro. Onde uma pessoa se realiza mais e melhor? No matrimônio ou no celibato? Tanto faz num estado como no outro. Realiza-se mais e melhor aquele que mais e melhor ama, o que é possível tanto no celibato quanto no casamento. Aí deve haver uma santa rivalidade.
Assinar:
Postagens (Atom)