Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!
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Mínimas e Máximas
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Câncer moral
A intimidade conjugal tornou-se pública, o sacramento está profanado. Agora os direitos conjugais foram estendidos à todos, a partir dos adolescentes, aos quais se oferecem gratuitamente camisinhas, mas as responsabilidades e deveres não são assumidos. Com um pavor patológico da AIDS, as autoridades governamentais estão entregando sobretudo a juventude ao cancer moral, mil vezes pior que a AIDS, de mais difícil recuperação porque também leva à uma morte lenta, mais lenta ainda não apenas pessoas individuais, mas, uma sociedade inteira. A família está caindo porque as bases do respeito, da fidelidade, da unidade, foram minadas e, com ela desmorona a sociedade. Os governantes não enxergando mais que a um palmo do nariz, assumem não só o lugar da Igreja, mas do próprio Deus e abençoam as uniões livres com apenas uma condição: que se precavenham da AIDS, para não lhes trazerem dores de cabeça com a epidemia que querem evitar, mas, que com tais orientações e precauções, fatalmente vai acontecer.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Religião de doutos
"O culto positivista, em vão incensou a mulher e os corações simples, pois se trata de uma religião de doutos que impõe abundantes leituras aos fiéis".
Exercício pessoal de castidade
A castidade, e ela vale para solteiros e casados, consiste no controle da própria sexualidade. É, portanto, um exercício pessoal. Mas os outros podem ajudar observando a modéstia e o pudor em pensamenotos e palavras, no ser e no vestir.
O ter, o ter mais, o sempre mais
Nós nos apegamos as coisas porque não somos donos delas, criando a ilusão de propriedade. Uma pessoa assim, nem é dona de si mesma porque é escrava de uma paixão; o ter, o ter mais, sempre mais, a ganância, egoísmo exacerbado.
Viver a generosidade
"A criança que vive com a verdade aprende a ser justa. A que vive com elogio, aprende a dar valor. A que vive com generosidade, aprende a repartir"
(Ronald Russel)
(Ronald Russel)
Filosofia é
... uma viagem de exploração audaz pelo mar do desconhecido e do infinito, viagem em que não soubemos muitas vezes onde encontrar a terra.
"Cristo, discutido pela ciência, atacado pela impiedade, perseguido pela tirania, atravessou em triunfo todos os séculos derramando luzes e bens sôbre a humanidade por meio da sua Igreja.
Nós filósofos, - dizia Couzin - pouco antes de morrer - navegamos ao acaso, extraviados, expostos sempre a naufragar.
Vós, os cristãos, sois pois os que possuís a bússola, as cartas hidrográficas, as estrelas, o piloto, o porto"
Triste confissão a deste homem célebre, às vésperas da eternidade, desse problema pavoroso que estremece e confunde e que, sem embargo, vem a ser o de todos os sábios que levantam tendas contra a Cruz; e confiando em si mesmos, depois de haver caminhado neste mundo, desgarrados pela dúvida, aguardam a hora da morte para confessar seus extravios e sua nulidade.
"Cristo, discutido pela ciência, atacado pela impiedade, perseguido pela tirania, atravessou em triunfo todos os séculos derramando luzes e bens sôbre a humanidade por meio da sua Igreja.
Nós filósofos, - dizia Couzin - pouco antes de morrer - navegamos ao acaso, extraviados, expostos sempre a naufragar.
Vós, os cristãos, sois pois os que possuís a bússola, as cartas hidrográficas, as estrelas, o piloto, o porto"
Triste confissão a deste homem célebre, às vésperas da eternidade, desse problema pavoroso que estremece e confunde e que, sem embargo, vem a ser o de todos os sábios que levantam tendas contra a Cruz; e confiando em si mesmos, depois de haver caminhado neste mundo, desgarrados pela dúvida, aguardam a hora da morte para confessar seus extravios e sua nulidade.
"Quem não é por mim, é contra mim"
Ou vivemos o Evangelho às direitas, ou vivemos às avessas. Ninguém escapa de uma dessas alternativas.
"Quem não é por mim, é contra mim" (Mt.12,30). E..."todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, O Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. Mas aquele que me renegar diante dos homens, será renegado diante dos anjos de Deus". ( Lc.12,8).
Não há póssibilidade de meio-termo ou neutralidade, ou, como se diz, "ficar em cima do muro". "Porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar você da minha boca". (Ap.3,16)
"Quem não é por mim, é contra mim" (Mt.12,30). E..."todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, O Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. Mas aquele que me renegar diante dos homens, será renegado diante dos anjos de Deus". ( Lc.12,8).
Não há póssibilidade de meio-termo ou neutralidade, ou, como se diz, "ficar em cima do muro". "Porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar você da minha boca". (Ap.3,16)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Plasmar mentes no espirito cristão
Ressentir-se das afrontas sofridas é o que mais dói em nosso coração. Entretanto, rezamos:" Pai, perdoai as nossas ofensas como nós perdoamos..."
Em tempo do cavalheirismo e da (doença) nobreza, chegou-se ao cume da susceptibilidade; uma palavrinha pronunciada levianamente levava ao desafio de morte, em um "show" de duelo tão honroso! Em épocas de sentimento de honra tão elevado, a menção do perdão da ofensa ajudou a plasmar as mentes no espírito cristão. É um dever perdoar a quem nos ofendeu (Francisco Zbik.)
Em tempo do cavalheirismo e da (doença) nobreza, chegou-se ao cume da susceptibilidade; uma palavrinha pronunciada levianamente levava ao desafio de morte, em um "show" de duelo tão honroso! Em épocas de sentimento de honra tão elevado, a menção do perdão da ofensa ajudou a plasmar as mentes no espírito cristão. É um dever perdoar a quem nos ofendeu (Francisco Zbik.)
Renovar a face do nosso coração
Você já recebeu o Espírito Santo? Você me dirá que sim, pois já foi batizado e crismado. Quando você foi batizado, tenho certeza absoluta que você o recebeu porque o seu coração de criança estava desimpedido e completamente aberto. Mas, e depois, mais tarde, você não lhe deu voz de despejo? E na Crisma, você O recebeu de fato, acolhendo-O alegremente? A estrada para seu coração estava totalemnet desbloqueada? Quem sabe o Espírito Santo veio, mas, até agora, espera pacientemente à sua porta? Precisamos abrir o coração para acolher com efusiva alegria o Espírito Santo e pedir-lhe mil perdões. Para que Ele renove a face da terra, Ele precisa primeiro renovar a face do nosso coração, a face da nossa vida.
Estupro_ a quem defender?
No estupro, o estuprador é o agressor; a mulher estuprada é a agredida e torna-se vítima a nova vida, que este ato gerou. Não é a criança inocente que deve morrer. Quem deveria morrer seria o agressor criminoso. Mesmo assim dever-se-lhe-ia dar oportunidade de reparação do mal e mudança de vida. Como cristãos, devemos defender a vida do culpado, quanto mais do inocente!
Não basta dizer: o que você faz está errado
Ao vermos alguém fazendo um trabalho de maneira inadequada ou imperfeita, devemos ir para junto da pessoa e, amorosamente tentar orientar o que vai por caminho errado ou aperfeiçar o que está imperfeito. Não basta dizer-lhe: o que você faz está errado ou com defeitos. Pior ainda, sair por aí e divulgar a quem não interessa a atividade do irmão que supõe falha, que, no entanto procura pôr nela todos os recursos de arte de que dispõe.
Sempre lembrada
A princesa Diana ficará sem dúvida, nos anais da história da Inglaterra, não apenas como "ex-esposa" do Príncipe Charles, mas, sobretudo por suas ações humanitárias e obras de caridade para com os pobres e menos favorecidos. Madre Tereza de Calcutá também, sem dúvida, ficará nos anais da história da Igreja. A primeira logo será esquecida; a segunda sempre lembrada porque a Igreja não deixa cair no esquecimento o bom exemplo dado por seus filhos para estímulo das futuras gerações.
O que ofertarmos de nós mesmos?
"Na presença de Madre Teresa (de Calcutá), todos nós sentimos um pouco humilhados e envergonhados"! (Indira Gandhi)
Ser Igreja, fora do corpo da Igreja é estar morto
Os católicos que criticam a sua própria Mãe-Igreja, devem saber que se ela caminha com dificuldade e apresenta manchas e cizões aqui e ali, é por causa da omissão deles. Preferem ser católicos autônomos, fora do corpo da Igreja para observarem-na e criticarem. Na verdade, ser Igreja fora do corpo da Igreja é estar morto. O que é que um morto enxerga? Só cadáveres, porque está no meio deles. Ele está morto e já cheirando mal e imagina que o fedor que lhe afeta as narinas vem dos outros.
A Igreja carrega em seu corpo, muitos membros mortos. A Igreja só não é contaminada e morta por estes membros apodrecidos, porque sua cabeça é Jesus e o Espírito Santo a anima, vivifica, impedindo milagrosamente a sua deteriorização.
A Igreja carrega em seu corpo, muitos membros mortos. A Igreja só não é contaminada e morta por estes membros apodrecidos, porque sua cabeça é Jesus e o Espírito Santo a anima, vivifica, impedindo milagrosamente a sua deteriorização.
Lucro; o grande mandamento da iniciativa privada
O objetivo fundamental do capitalismo é o lucro. Quanto mais, melhor. Traduzindo; reduzir custos de produção, de comércio e de serviços é o grande mandamento da iniciativa privada. Pagar menos pelo que se compra, receber mais pelo que se vende, remunerar pelo mínimo o trabalho de seus empregados... Capitalismo, significa competição, concorrência...Ganha quem consegue passar os outros para trás, não importando até os artifícios usados. Se vale tudo, porque não valer a malandragem, a velhacaria, a insesibilidade o engôdo e sucedâneos?
A continência não é possível?
Quantos homens e mulheres que não são nem padres nem freiras mas que por algum motivo de caridade não casam!...Quantos viúvos e viúvas!...Quantos maridos ou esposas doentes que exatamente por causa da doença não podem relacionar-se sexualmente, obrigando a parte sadia a se abster!...Quanta gente que viaja ausentando-se de casa por muitos meses, devendo manter a fidelidade solenemente prometida!...
Então a continência não é possível?
Então a continência não é possível?
sábado, 11 de junho de 2011
Protestantes sedentos da verdade
Enquanto católicos que não vivem sua fé porque não a conhecem passam facilmente para seitas de fundo protestante, protestantes sedentos da Verdade, encontram-na na Igreja Católica.
Funcionários de Deus
Hoje fui chamado por um paciente do Hospital Nossa Senhora das Graças, de funcionário de Deus. Achei bonita a qualificação proferida por um cristão sincero na prática da sua fé em agradecimento da visita que lhe fiz. Realmente, os sacerdotes são funcionários de Deus nem sempre bem remunerados pelo povo a quem servem, mas certos da remuneração régia de Deus.
Caminho certo (?)
"Mesmo estando no caminho certo, se você ficar sentado, será atropelado" (Will Rogers)
Atos dos católicos
A primeira coisa que um católico faz quando muda de religião, é condenar e atacar a Igreja Católica; o que seria a última coisa que um protestante faria com sua antiga igreja, se se tornasse católico.
Do povo, pelo povo
Muito operário acha que está ganhando pouco e está sendo explorado pelo patrão. Até os ilustres deputados, operários do povo, acham que estão sendo explorados por ele.
Espelho íntimo da fé
Qual é sua fé em Jesus Cristo? Fé confusa? Fé adormecida? Fé obscura? Fé supersticiosa? Você reza regularmente? Você procura até levar uma vida de oração? Você lê a Bíblia com atenção, aplicação, amor, para ser instruído por Deus, autor deste Livro Sagrado?
Se você faz isto, a sua fé será clara, transparente, alegre e vivida. Se não, a sua fé será como disse no começo!"
Se você faz isto, a sua fé será clara, transparente, alegre e vivida. Se não, a sua fé será como disse no começo!"
O amor que se alegra por ser Deus o que É
Quando, no monte Tabor, Jesus se transfigurou na presença dos três apóstolos escolhidos, Pedro fora de si, no auge da admiração e do bem-estar, disse à Jesus: -"Mestre, é bom ficarmos aqui. Se quiseres, faremos três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias". Não sabia o que dizia, porque corpos glorificados, não precisam de tendas materiais que os abriguem. Os três apóstolos estavam tendo uma visão do céu. No céu ninguém se contempla a si mesmo, mas contempla a Deus em toda sua inesgotável beleza e contempla os anjos e santos envoltos pela glória e esplendor de Deus. Deus é contemplado em si e nos anjos e santos.
Nessa visão Deus é amado e, em Deus, os anjos e santos. É um amor que se alegra por ser Deus o que É, e por serem o que são, os anjos e os santos. A alegria do céu, consiste nesta visão de Deus, dos anjos e dos santos, onde o egoísmo é impossível, poque toda alegria e satisfação que a gente tem, a gente recebe dos outros. A gente é feliz porque verdadeiramente ama. E o amor jamais acabará.
Nessa visão Deus é amado e, em Deus, os anjos e santos. É um amor que se alegra por ser Deus o que É, e por serem o que são, os anjos e os santos. A alegria do céu, consiste nesta visão de Deus, dos anjos e dos santos, onde o egoísmo é impossível, poque toda alegria e satisfação que a gente tem, a gente recebe dos outros. A gente é feliz porque verdadeiramente ama. E o amor jamais acabará.
Matrimônio: casal em sintonia com Deus
Os efeitos das bênçãos e graças divinas do matrimônio, sacramento realizado é evidente na Igreja, com a Igreja pela Igreja, dependem da preparação ou do preparo espiritual dos noivos. Para que isto aconteça, é preciso que o casamento seja não apenas válido, mas também lícito. O casamento é válido sempre que, ausentes os impedimentos que o tornam nulo, um homem e uma mulher, diante de Deus, diante do ministro e de pelo menos duas outras testemunhas, se aceitam livremente.
Para que o casamento seja lícito, isto é, para que ele seja realizado como deve ser, é preciso que os nubentes estejam em sintonia com Deus, em amizade com Ele, em estado de graça, como se costuma dizer, isto é, não tenham transgredido gravemente algum mandamento da Lei de Deus, estejam sem pecado grave, que bloqueia o recebimento das bênçaõs e graças, penhor de um matrimônio santo e feliz.
Causa dó de ver como noivos desconhecem o valor do seu casamento. Consequencia disso é a facilidade com que, por sua conta, o dissolvem.
Para que o casamento seja lícito, isto é, para que ele seja realizado como deve ser, é preciso que os nubentes estejam em sintonia com Deus, em amizade com Ele, em estado de graça, como se costuma dizer, isto é, não tenham transgredido gravemente algum mandamento da Lei de Deus, estejam sem pecado grave, que bloqueia o recebimento das bênçaõs e graças, penhor de um matrimônio santo e feliz.
Causa dó de ver como noivos desconhecem o valor do seu casamento. Consequencia disso é a facilidade com que, por sua conta, o dissolvem.
Apurando razões
Nós não podemos afirmar que o outro está errado - salvo má intenção da parte dele, que seu ponto de vista, que sua opinião, são fora de propósito só porque nos parecm assim. Ele pode estar coberto de razões embora contradiga a nossa posição ou o nosso modo de pensar. O que fazer, então, para que nossas idéias se conjuguem?
Subir um pouco para aumentar o nosso leque de visão, subir um pouco mais, se necessário, e logo vamos perceber que os nossos pontos de vista não se excluem, mas, soma-se. É só apurar as razões e ajustar as lentes visuais e logo veremos que ambos estávamos com razão, e que o outro via a mesma verdade sob outro ângulo. Com isso, o outro estará nos enriquecendo e a nossa alegria será grande, a alegria da verdade. Daí, é... é só pedir desculpas e partir para o abraçio.
Subir um pouco para aumentar o nosso leque de visão, subir um pouco mais, se necessário, e logo vamos perceber que os nossos pontos de vista não se excluem, mas, soma-se. É só apurar as razões e ajustar as lentes visuais e logo veremos que ambos estávamos com razão, e que o outro via a mesma verdade sob outro ângulo. Com isso, o outro estará nos enriquecendo e a nossa alegria será grande, a alegria da verdade. Daí, é... é só pedir desculpas e partir para o abraçio.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Eu nada preciso fazer, senão, ter fé
Os protestantes não têm santos porque desistem ao pé da montanha da salvação a subir, achando que não têm condição alguma em galgá-la nem tentam achando que é difícil e até presunção. Como, por comodismo ou pessimismo exagerado e doentio não se põem a caminho, reunem, concentram toda a fé de que são capazes em Jesus Cristo, achando que a força do Seu sangue os levará miraculosamente até o topo da montanha. Eu nada preciso fazer senão ter fé em Jesus, que é a única boa ação que podemos fazer. Como tudo o que fazemos, por melhor que seja, não tem valor algum, a vida dos protestantes por mais santa que seja, diríamos nós, não é paradigma para ninguém. Entretanto, há tantas passagens da Bíblia que nos dizem que seremos julgados pelas nossas obras, isto é, pelo amor, porque é no amor que a fé se concretiza.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Imagem do Deus invisível
Eu posso adorar Deus na imagem do ser humano, homem e mulher porque Deus os criou à Sua imagem e Semelhança.
O próprio Jesus é imagem do Deus invisível conforme nos dizem as escritura(Col.1,15) E nós adoramos esta imagem viva. O homem e a mulher são imagem de Deus e nós devemos venerar o homem e a mulher por serem imagem divina e adoramos a divindade neles presente; poderíamos até nos ajoelhar em adoração ao Deus presente no ser humano.
Não disse Jesus: "tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmão é a mim que o tereis feito?" ( Mt. 25,40)
O próprio Jesus é imagem do Deus invisível conforme nos dizem as escritura(Col.1,15) E nós adoramos esta imagem viva. O homem e a mulher são imagem de Deus e nós devemos venerar o homem e a mulher por serem imagem divina e adoramos a divindade neles presente; poderíamos até nos ajoelhar em adoração ao Deus presente no ser humano.
Não disse Jesus: "tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmão é a mim que o tereis feito?" ( Mt. 25,40)
Unido a Cristo
Com Jesus, o sofrimento, a dor, enfim, toda cruz se transfiguram.
Sem Jesus, não apenas perdem o sentido, mas se tornam absurdos.
Feliz quem sofre unido a Cristo.
Desgraçado, infeliz, digno da maior compaixão, quem sofre sem Ele.
Sem Jesus, não apenas perdem o sentido, mas se tornam absurdos.
Feliz quem sofre unido a Cristo.
Desgraçado, infeliz, digno da maior compaixão, quem sofre sem Ele.
A alegria do colaborador
"Jesus é o personagem central da história humana e gera em torno de Si uma atmosfera de entusiasmo e alegria. Esta alegria vem do fato de que não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Êle quem nos amou primeiro (1Jo. 4,10). O "Magnificat" de Nossa Senhora exprime maravilhosamente a tonalidade fundamental da alegria cristã. Mas, importa não se enganar: a ação de graças não é a atitude passiva de alguém que apenas reconhece que tudo lhe vem do alto. É a alegria do colaborador que descobre ser chamado a contribuir para a edificação de um mundo melhor".
Dia do Senhor
Jesus vem para alegria dos pobres. E por que não dos ricos? É porque os pobres em geral, estão abertos para Deus, porque o seu coração está livre e, portanto, é fácil abrir as suas portas, ao passo que os ricos em geral, estão entulhados de riquezas, de auto-suficiência, e, portanto, não tem como abrir as portas do coração, pensando ingenuamente que têm bens mais que suficientes para uma vida longa e feliz.
A chegada do "Dia do Senhor", trará consigo a reviravolta das muitas estruturas e conceitos humanos. (31/08/97)
A chegada do "Dia do Senhor", trará consigo a reviravolta das muitas estruturas e conceitos humanos. (31/08/97)
Fui eu que errei
O amor assume sobre si os erros e pecados dos que ama. Assim foi e é Deus. Quando a Bíblia diz que Deus se arrependeu de ter criado o homem, é como se Êle dissesse:
"Fui eu que errei! A culpa é minha!"
"Fui eu que errei! A culpa é minha!"
Precursor-Unigênito
Na epístola aos Hebreus 1,6 Deus fala: "Ao introduzir o seu Primogênito na terra, Deus diz: Todos os anjos de Deus o adorarem, citando o Salmo 96,7.
Os Protestantes lendo o texto que fala de Maria que "deu a luz o seu filho primogênito, que recebeu o nome de Jesus" (Mt. 1,25), logo concluem que Maria teve outros filhos, que Jesus teve irmãos. Se Jesus é o primogênito e não o unigênito como dizem, é que teve irmãos. Então, no caso da Epístola aos Hebreus, valeria a mesma interpretação, isto é, Deus teria mais filhos.
Sabemos, porém, que o primeiro filho sempre se chamará primogênito, sigam-se ou não se lhe sigam outros. Ou então, deveria se estabelecer: o primeiro filho sempre se chamará unigênito; passará a chamar-se primogênito quando do nascimento do segundo filho. Entretanto, pelo que se sabe, ninguém procedeu assim.
Os Protestantes lendo o texto que fala de Maria que "deu a luz o seu filho primogênito, que recebeu o nome de Jesus" (Mt. 1,25), logo concluem que Maria teve outros filhos, que Jesus teve irmãos. Se Jesus é o primogênito e não o unigênito como dizem, é que teve irmãos. Então, no caso da Epístola aos Hebreus, valeria a mesma interpretação, isto é, Deus teria mais filhos.
Sabemos, porém, que o primeiro filho sempre se chamará primogênito, sigam-se ou não se lhe sigam outros. Ou então, deveria se estabelecer: o primeiro filho sempre se chamará unigênito; passará a chamar-se primogênito quando do nascimento do segundo filho. Entretanto, pelo que se sabe, ninguém procedeu assim.
Abraço encontrado
"Quando meu amigo está infeliz, vou ao seu encontro; quando está feliz, eu o espero". (Amiel)
terça-feira, 7 de junho de 2011
Gostos infantis
"Ai daqueles que abdicaram totalmente dos gostos infantis! Envelhecem muito mais depressa" (Stanislau Ponte Preta)
No meu tempo de criança...
"No meu tempo de criança, criança tinha mais tempo para ser criança e tinha o direito de esticar um pouco mais a infância" (Albino de Brito Freire)
Condenado a ser livre
"O homem é condenado a ser livre, porque depois de atirado neste mundo, torna-se responsável por tudo o que faz" (J.P. Sartre)
Faz fazer
É difícil encontrar um líder inteligente, que tenha a cabeça no lugar.
Cuidado, portanto, ao seguí-lo! O verdadeiro lider é humilde, sabe ouvir, FAZ FAZER, é firme e claro nas suas decisões e objetivos, que sempre visam o bem e a paz de todos.
Cuidado, portanto, ao seguí-lo! O verdadeiro lider é humilde, sabe ouvir, FAZ FAZER, é firme e claro nas suas decisões e objetivos, que sempre visam o bem e a paz de todos.
Família: amor orgânico, descartável, reciclável...
Hoje, a educação dos filhos está se tornando cada vez mais impessoal. Não admira, pois que se queiram "fazer" filhos em laboratório manuseados, manipulados e até clonados.
A família está se tornando algo supérfluo ou descartável. As crianças não estão sendo mais educadas pelos pais, mas, por pessoas estranhas que por mais e melhor que façam, não substituem os pais. Os pais, muitos pais, preferem pagar os outros para que eduquem os filhos, do que eles se darem a este trabalho. E, quando estão com os filhos, os pais fazem as suas vontades para não serem por eles molestados. Deus, religião, Igreja, já estão descartados; quando muito servem para situações esporádicas: um Batismo, uma Primeira Comunhão e Crisma, um Casamento, uma morte, uma missa de sétimo dia. Daí que os filhos começam a não mais respeitar seus pais porque, não se sentem por eles amados; entram em conflitos com eles e consigo mesmos, têm uma grande carência de compreensão e amor, e, nesta situação são presas fáceis de falsos amigos e das drogas. De tal juventude, o que de bom se pode esperar? Espera-se que dêm meia-volta e retornem ao bom caminho.
A família está se tornando algo supérfluo ou descartável. As crianças não estão sendo mais educadas pelos pais, mas, por pessoas estranhas que por mais e melhor que façam, não substituem os pais. Os pais, muitos pais, preferem pagar os outros para que eduquem os filhos, do que eles se darem a este trabalho. E, quando estão com os filhos, os pais fazem as suas vontades para não serem por eles molestados. Deus, religião, Igreja, já estão descartados; quando muito servem para situações esporádicas: um Batismo, uma Primeira Comunhão e Crisma, um Casamento, uma morte, uma missa de sétimo dia. Daí que os filhos começam a não mais respeitar seus pais porque, não se sentem por eles amados; entram em conflitos com eles e consigo mesmos, têm uma grande carência de compreensão e amor, e, nesta situação são presas fáceis de falsos amigos e das drogas. De tal juventude, o que de bom se pode esperar? Espera-se que dêm meia-volta e retornem ao bom caminho.
Apostolado ideal
"Se Jesus é o meu ideal, eu vou engajar-me na sua Igreja pelo apostolado, no despojamento".
Céu
O homem foi criado para conhecer, amar, servir, louvar e adorar a Deus. Este será o seu céu aqui e por toda eternidade.
A crise
...luta, faz triagem. Caem os pusilânimes. Quem fica é para valer. A crise nos obriga a definições:
Ser para valer, ou deixar de ser!"
Ser para valer, ou deixar de ser!"
Na História das Idades, o Santo Sudário, é uma relíquia medieval.
A Idade Média, que vai do ano 500 até o ano 1300, destaca-se na História pelos seguintes acontecimentos:
O primeiro período, o alto medievo, vai de 692 a 1073, da obra missionária e cultural da Igreja junto aos povos germanicos, latinos e eslavos, até a separação da igreja greco-oriental da latina.
O segundo período, o baixo medievo, vai de 1073 a 1294 com o florecimento da vida e da cultura eclesiástica até o apogeu do poder papal.
Por volta de 711, o Islamismo invade a Europa pelo estreito de Gibraltar, avançando até Narbone, Carcassonne, Orles e Nimes, na França.
A origem do estado Pontifício, por volta do ano 756 com Pepino, o Breve.
O papado sob o domínio da nobreza romana. O século escuro. Ano 900 a 1000.
Iconoelastia 715 a 843.
Cisma grego; Fócio, patriarca de Constantinopla e Miguel Cerulário 1054.
Na Idade média, viveram santos do quilate de São Bernardo e São Francisco de Assis (1181 ou 1182).
Foi também o tempo das cruzadas para libertar Jerusalém dos Maometanos que a tomaram pela força, bem como a Palestina. Ano 1070 a 1200.
Nesse tempo organizaram-se também as Inquisições, como repressão das heresias: procura e punição dos hereges. Ano 1200.
O Santo Sudário, é uma relíquia medieval.
As Universidades tiveram origem na Idade Média; a de Paris e Bolonha eram as principais; depois a de Oxford, Tolosa, Nápoles, Salamanca, ao todo, cerca de 44 Universidades. Elas são uma das mais belas expressões da cultura.
Se uma exaltação romântica e unilateral da Idade Média como Idade ideal do Cristianismo, está simplesmente fora de lugar, não podemos por outro lado num juízo de conjunto exagerar os seus defeitos. O século 13 é, por excelência, o século dos grande heróis, dos grande poetas como Dante Alighieri, pensadores e artistas. É a época também das Obras Assistenciais e de Cariadade.
Objetivo dos meios
"Ao se propor a agir, o homem responsável se propõe metas, fins, um fim, um objetivo! Ao propor-se um objetivo, o homem indaga os meios".
Valores dispersos
"Hoje, os valores apregoados pelo Cristianismo, não mais determinam o pensamento e a organização política nem a filosofia nas suas correntes mais influentes".
Refletir
...é extasiar-se. Sempre existe um mistério naquilo que a gente quer saber.
A reflexão nos faz caminhar, nos faz progredir lentamente. É um meio de educação permenente. Não forçar o que resiste. É preciso saber o que se procura".
A reflexão nos faz caminhar, nos faz progredir lentamente. É um meio de educação permenente. Não forçar o que resiste. É preciso saber o que se procura".
Imagens de Deus
Nós, os seres humanos, somos imagem de Deus, e Deus mandou reverenciar esta imagem que é material, de carne e osso e, em última análise, é de barro. Jesus chegou inclusive a dizer que tudo o que fizéssemos à esta imagem é à Ele que estaríamos fazendo.
Ultimato
Se alguém sabe alguma coisa da Igreja Católica via "Ultimato" (revista protestante), terá dela uma idéia lamentável e é claro, jamais quererá entrar em suas fileiras.
Pena suprema
De Deus a face contemplar, é a ventura extrema; ser Dele repelido é a pena suprema. (Angelus Silesius).
Antes mesmo de crer nele
Infeliz daquele que agora se ri do inferno e que deverá experimentá-lo pessoalmente, antes mesmo de crer nele. (Eusébio de Cesaréia)
A virtude
Por três caminhos se chega à virtude: pela reflexão, que é o mais nobre; pela imitação que é o mais fácil; pela experiência que é o mais amargo. (Confúcio)
O amor
O amor é um poema inteiro na vida da mulher, ao passo que é simplesmente um episódio na vida do homem. (Camilo Castelo Branco)
Tronco apodrecido
Se uma leve camada de hipocrisia não cobrisse o apodrecido tronco da nossa sociedade, que horrendo espetáculo não se depararia à nossa vista! (Mantegazza)
Eu não queria ser esse Deus
Se um Deus fez o mundo, eu não queria ser esse Deus; a miséria de semelhante obra despedaçar-me-ia o coração. (Schopenhauer)
Pústulas
Os homens maus são como as moscas que percorrem todo o corpo de uma criatura e só se quedam nas pústulas. (La Bruyère)
Definição de homem
Dizer que o homem é um composto de força e fraqueza, de luz e cegueira, de grandeza e pequenez, não é instaurar-lhe processo: é definí-lo! (Diderot)
Caráter
Não há coisa que demonstre de maneira mais decisiva o caráter de um homem, do que a maneira como ele trata as mulheres. (Herder)
Estrebarias de mármore
O matadouro é a formula crua da sociedade em que vivemos. Uns nascem para reses, outros para verdugos. Uns jantam, outros são jantados.
Há criaturas lôbregas vestidas de trapos, minando monturos e há criaturas explêndidas, cobertas de ouro e de veludo, radiando ao sol.
No cofre do banqueiro, dormem pobrezas metalizadas.
Há homens que ceiam numa noite, um bairro fúnebre de mendigos; enfeitam gargantas de cortesãs, com rosários de esmeraldas e diamantes, bem mais sinistros e lutuosos que rosários de crianças ao peito de selvagens.
Vivem quadrúpedes em estrebarias de mármore e agonizam párias em alfurjas infectadas. A latrina de Vanderbilt, custou aldeolas de miseráveis.
É visto os palácios devorarem pocilgas; todo "boulevard" grandioso reclama um quartel, um cárcere e uma forca.
O deus milhão, não digere sem a guilhotina de sentinela.
"Os homens repartem o globo, como os abutres o carneiro. Maior abutre, maior quinhão. Homens que tem império e homens que não tem lar". (Guerra junqueira)
Há criaturas lôbregas vestidas de trapos, minando monturos e há criaturas explêndidas, cobertas de ouro e de veludo, radiando ao sol.
No cofre do banqueiro, dormem pobrezas metalizadas.
Há homens que ceiam numa noite, um bairro fúnebre de mendigos; enfeitam gargantas de cortesãs, com rosários de esmeraldas e diamantes, bem mais sinistros e lutuosos que rosários de crianças ao peito de selvagens.
Vivem quadrúpedes em estrebarias de mármore e agonizam párias em alfurjas infectadas. A latrina de Vanderbilt, custou aldeolas de miseráveis.
É visto os palácios devorarem pocilgas; todo "boulevard" grandioso reclama um quartel, um cárcere e uma forca.
O deus milhão, não digere sem a guilhotina de sentinela.
"Os homens repartem o globo, como os abutres o carneiro. Maior abutre, maior quinhão. Homens que tem império e homens que não tem lar". (Guerra junqueira)
Apêlo à conversão
As afirmações da Sagrada Escritura e os ensinamentos da Igreja acêrca do inferno, são um chamado à responsabilidade com a qual o homem deve usar de sua liberdade em vista do seu destino eterno.
Constituem também, um apêlo insistente à conversão (Mt. 7,13-14). (Mt. 8,11-12 Mt. 10,15+11,22+16,27).
Desconhecemos o dia e a hora, mas vigiemos constantemente para que, terminado o único curso da nossa vida terrestre, possamos partcicipar das bodas com a veste nupcial e mereçamos ser contados entre os benditos do Pai.
Infelizmente há muitos católicos que não acreditam na existencia do inferno, dizendo que já é aqui nesta terra. Tudo o que se sofre neste mundo, guerras, violencias, isto nada é em confronto com o inferno. 2Ped. v.9 + Hb. 10,26-31. Quem transgredia a lei de Moisés era condenado a morte sem piedade; e quem pisa o sangue de Jesus?
Constituem também, um apêlo insistente à conversão (Mt. 7,13-14). (Mt. 8,11-12 Mt. 10,15+11,22+16,27).
Desconhecemos o dia e a hora, mas vigiemos constantemente para que, terminado o único curso da nossa vida terrestre, possamos partcicipar das bodas com a veste nupcial e mereçamos ser contados entre os benditos do Pai.
Infelizmente há muitos católicos que não acreditam na existencia do inferno, dizendo que já é aqui nesta terra. Tudo o que se sofre neste mundo, guerras, violencias, isto nada é em confronto com o inferno. 2Ped. v.9 + Hb. 10,26-31. Quem transgredia a lei de Moisés era condenado a morte sem piedade; e quem pisa o sangue de Jesus?
Opções
Após a morte somos impossibilitados de mudar a história que escrevemos, ou modificar o próprio destino. Somente a vida presente é via e estado de opções.
A morte estabelece o homem na sua última opção. "Não existe arrependimento para os anjos depois da queda, como não existe arrependimento para os homens depois da morte" (S. João Damasceno)
Mt-10,28 e Lc 12,4-5: "Não tenhais medo dos que matam o corpo..."
Isaías 66,24:..."O seu verme não morrerá e o seu fogo não se apagará".
Daniel 12,2: "Acordarão uns para a vida, outros para o horror eterno!"
Este texto aborda não só o premio para os bons e os castigos para os maus, mas também a ressureição: "Os que dormem, acordarão." Jo.5,26-29 "Vem a hora em que todos os que repousam no sepulcro, ouvirão.."
A morte estabelece o homem na sua última opção. "Não existe arrependimento para os anjos depois da queda, como não existe arrependimento para os homens depois da morte" (S. João Damasceno)
Mt-10,28 e Lc 12,4-5: "Não tenhais medo dos que matam o corpo..."
Isaías 66,24:..."O seu verme não morrerá e o seu fogo não se apagará".
Daniel 12,2: "Acordarão uns para a vida, outros para o horror eterno!"
Este texto aborda não só o premio para os bons e os castigos para os maus, mas também a ressureição: "Os que dormem, acordarão." Jo.5,26-29 "Vem a hora em que todos os que repousam no sepulcro, ouvirão.."
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O Inferno existe
Vem afirmado na Bíblia. É dogma de fé. Jesus, no Evangelho segundo São Mateus capítulo 25, conta as parábolas dos talentos, das dez virgens e do juízo final, mostrando com estas e outras palavras, ou melhor, parábolas, o que realmente acontece a quem não estiver vigilante e a quem não acolher os irmãos menores. São vários os termos que Jesus emprega:
Fogo eterno, castigo eterno Mt. 25,46;
Fogo que não se apaga Mt.5,22,29;
Fornalha ardente, Joio Mt.13,41-42;
Geena Mt.5,29-30 e 10,28;
Inferno, choro e ranger de dentes;
Mt.8,11-12 Mt.13,42-49 Mt.25,30...
Fogo eterno, castigo eterno Mt. 25,46;
Fogo que não se apaga Mt.5,22,29;
Fornalha ardente, Joio Mt.13,41-42;
Geena Mt.5,29-30 e 10,28;
Inferno, choro e ranger de dentes;
Mt.8,11-12 Mt.13,42-49 Mt.25,30...
Quadro de valores
Colaboração
Vivência fraterna
Responsabilidade
Disponibilidade
Soliedariedade - Partilha
Respeito
Senso de justiça
Preservação da vida
Confiança, autoavaliação, autoestima.
Vivência fraterna
Responsabilidade
Disponibilidade
Soliedariedade - Partilha
Respeito
Senso de justiça
Preservação da vida
Confiança, autoavaliação, autoestima.
Evolução da educação religiosa
"A criança, nos primeiros anos da escola, olha, escuta, admira, intui, sente, valoriza.
Na 3ª, 4ª e 5ª séries, celebra, participa, já reflete um pouco e memoriza.
Na 6ª, 7ª e 8ª séries, reflete e age.
Na 8ª série e no 2º grau, já deve optar e engajar-se."
Na 3ª, 4ª e 5ª séries, celebra, participa, já reflete um pouco e memoriza.
Na 6ª, 7ª e 8ª séries, reflete e age.
Na 8ª série e no 2º grau, já deve optar e engajar-se."
Em foco
"A educação religiosa sempre deve ter o compromisso de despertar o ser humano crítico, participativo, fraterno e liberto de preconceitos, ignorância e egoísmo."
Símile
Eu rio junto com aqueles que riem de mim, só que com espírito diferente: eles riem de mim e eu rio deles.
O sagrado maior de cada um: Vida
"Cada pessoa humana carrega dentro de si o mistério, que é o mistério da própria vida, que a faz portadora da dimensão da Esperança, do Eterno, do Absoluto" ... "Essa relação da pessoa humana com o Eterno e com o mistério é tanto a matriz interna como a reserva e a guardiã dos grandes valores que o coração humano anseia. Eles vão se exteriorizando e se tornando eficazes na medida em que são assumidos historicamente. A relação com Sagrado representa, antes de tudo, o resgate do valor sagrado maior que é a Vida e a Pessoa Humana. A negação do direito à vida, da dignidade, da educação, impede a irradiação do sagrado interior de cada um. E o não cultivo do sagrado interior leva a violar o sagrado exterior, as pessoas, a natureza etc. Assim, a sistemática violência do sagrado das pessoas danifica o caminho para a interioridade humana."
Não regateie, portanto
Quando você manda rezar uma missa por alguém, você lhe está dando um presente riquíssimo, pelo qual, entretanto você paga, por mais que dê um preço simbólico. Não regateie, portanto. Isto seria menosprezar o valor do presente, ofensa a Deus e a quem você oferece o dom.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Batismo
Pais geram filhos para a morte. Deus, pelo Batismo, gera estes mesmos filhos para a vida, resgatando da morte o próprio corpo. "Quem crer e for batizado será salvo", disse Jesus. Para ser batizado é necessário primeiro crer. A dificuldade está no crer, que não pode se reduzir a um simples ato intelectual. O batismo é, deve ser, o coroamento da fé, fé que precisa se manisfestar diuturnamente na vida, fé sem a qual não pode haver batismo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
A felicidade
Na perspectiva cristã, a definitiva "beatitudo" se realiza plenamente quando a inteligência e a vontade do homem encontram seu Fim último e Supremo, bem além das pequenas e passageiras satisfações; e o "fim último" pode se definir, acentuando um ou outro aspecto: a visão de Deus face a face; a entrada na alegria do Senhor; o "gaudium de veritate", que é a felicidade de contemplar a verdade longamente procurada; o encontro com Deus face a face.
A felicidade eterna tem, porém, reflexos na existência terrena. Ela é uma resposta a uma busca pessoal de alegria, de paz, de amor, de segurança, de certezas em meio às dúvidas, de algo que dá pleno sentido à vida. Ela se revela num ambiente de família, de pessoas amigas. É entretecida de pequenas coisas como uma boa dose de saúde e bem-estar, de compreensão mútua e mútua ajuda, de verdadeiro intercâmbio em vista de um único bem. A felicidade verdadeira não reside na realização egoística do próprio bem, mas no querer bem e servir ao outro. (D. Lucas M.N.)
A felicidade eterna tem, porém, reflexos na existência terrena. Ela é uma resposta a uma busca pessoal de alegria, de paz, de amor, de segurança, de certezas em meio às dúvidas, de algo que dá pleno sentido à vida. Ela se revela num ambiente de família, de pessoas amigas. É entretecida de pequenas coisas como uma boa dose de saúde e bem-estar, de compreensão mútua e mútua ajuda, de verdadeiro intercâmbio em vista de um único bem. A felicidade verdadeira não reside na realização egoística do próprio bem, mas no querer bem e servir ao outro. (D. Lucas M.N.)
Vivere omnes beate volunt (Sêneca)
Uma postura até certo ponto comum, diante do anseio pela felicidade no coração e na consciência dos homens e mulheres de todos os tempos, aproxima os fiéis cristãos entre si, com os que praticam outras crenças e até com os que se professam sem fé, sejam eles indiferentes, descrentes, agnósticos ou ateus. A diferença profunda nesta postura vem da diferente noção de felicidade.
Esta pode ser, dentro do universo materialista e ateu, mera consecução de prazeres físicos ou intelectuais, temporários ou duradouros. Pode ser a simples realização de desejos e ambições pessoais ou coletivos. Pode ser a satisfação de uma antiga utopia. Para o cristão é muito mais: é uma busca amorosa, constante e ardorosa, mas serena, de Deus; uma certeza de poder encontrá-lo um dia; a alegria de, enfim, contemplá-lo sem véus. "Fizeste-me para ti, Senhor, e o meu coração anda inquieto enquanto não descansa em ti" (Sto. Agostinho). Não há melhor resumo do que seja a relação entre a fé cristã e a felicidade
Esta pode ser, dentro do universo materialista e ateu, mera consecução de prazeres físicos ou intelectuais, temporários ou duradouros. Pode ser a simples realização de desejos e ambições pessoais ou coletivos. Pode ser a satisfação de uma antiga utopia. Para o cristão é muito mais: é uma busca amorosa, constante e ardorosa, mas serena, de Deus; uma certeza de poder encontrá-lo um dia; a alegria de, enfim, contemplá-lo sem véus. "Fizeste-me para ti, Senhor, e o meu coração anda inquieto enquanto não descansa em ti" (Sto. Agostinho). Não há melhor resumo do que seja a relação entre a fé cristã e a felicidade
Riquezas
Há gente que acumula riquezas com tanta avidez como se devesse viver por toda a eternidade!
(Aristóteles)
Adorar o nosso Amável Salvador
"Tudo o que tiverdes feito ao menor dos meus irmãos, é a mim que o tereis feito.", disse Jesus. Conclusão: Jesus está presente em cada ser humano. Cada ser humano é uma imagem de Jesus, Jesus com mil rostos diferentes, Jesus de todas as cores e raças, Jesus vivendo nas mais variadas circunstâncias, prósperas ou adversas. Jesus, sobretudo, pobre, doente, sofredor. Não poderíamos nós nos prostrar diante desses irmãos de Jesus e nossos, para neles adorar o nosso amável Salvador?
A verdade no combate ao erro
A verdade no combate ao erro nunca se irrita. O erro, ao contrário, nunca conserva a serenidade na luta com a verdade. (De Maistre)
O tempo
Valorizar o tempo que Deus nos dá; ele é um talento que todos ganhamos e Deus quer vê-lo render!
Casamento
São muito poucos os casais que vivem o seu casamento como um sacramento, isto é, como sinal sensível e eficaz da graça, sinal da doação de Deus, de suas graças e bençãos; Muitos vivem o seu casamento como uma triste fatalidade. A maior parte o encara como oportunidade de sexo legalizado.
Exorcismo
Ninguém pode legitimamente fazer exorcismos em possessos, a não ser que tenha obtido licença especial e expressa do Bispo local: CDC Cân 1172, &1 e 2 - "Essa licença seja concedida pelo Bispo local somente a sacerdote que se dintinga pela piedade, ciência, prudência e integridade de vida".
MORTE
Com a tua morte terrena, a vida apenas se transforma, não acaba; o ocaso da tua vida terrena é o alvorecer da tua vida eterna; o riozinho da tua vida terrena não é absorvido sem deixar vestígios na areia do deserto; vai desembocar no oceano da vida eterna. És peregrino e não vagabundo que erra sem meta determinada. Viverás eternamente, onde? Depende de você, da vida que agora você levar.
domingo, 4 de julho de 2010
JUIBILEU DE OURO - Agradecimentos.
Ninguém faz nada sozinho. Precisamos de outros para ser e crescer. Se existimos, não foi o acaso que nos fez. Somos fruto do amor de Deus que, servindo-se de nossos pais, abençoados em seu casamento, nos criou, tirando-nos do nada, fazendo-nos vir a este mundo com uma missão a cumprir. Bendito seja Deus. A Ele a nossa gratidão em primeiro lugar.
Tive a graça, como tiveram meus irmãos e minhas irmãs, de nascer numa família cristã como tantas outras, onde a oração era diária, a Missa dominical e mesmo em dias de semana, a freqüência regular aos sacramentos. Lembro-me que um dia, à noite, todos recolhidos para o descanso, fui até o quarto de meus pais. Queria dizer-lhes não sei mais o que, e os encontrei rezando o terço de joelhos, aos pés da cama. Deixei-os no silêncio de sua oração. Guardei para sempre aquela imagem de meus pais, em oração. Foi junto à mãe que nós, seus filhos, aprendemos as primeiras orações, orações que acabavam decoradas, em polonês e que, uma vez aprendidas, devíamos fazê-las sozinhos. Com freqüência, quando acordávamos pela manhã e descíamos para lavar o rosto e tomar o café, a mãe perguntava: “- Já fez a sua oração? Se não... volte para o quarto e faça a sua oração.”. Nós rezávamos porque nossos pais nos davam o exemplo. Aos meus pais, aos meus irmãos e irmãs, a minha gratidão.
Aos sete anos fui matriculado no primeiro ano do Curso Primário da Escola Paroquial, conduzida, na época, pelas Irmãs da Divina Providência. A minha primeira professora foi Dona Yole Zétola. Era uma professora-mãe. A bondade em pessoa. Em seu filho Sérgio Irineu quero agradecer à professora Yole por todo bem que me fez.
Pouco tempo depois, assumiram a direção da Escola Irmãs da Congregação de São José de Chambéry. Lembro-me que, ao final do curso primário, já na quinta série, a professora Irmã Rosemary, ensinando-nos análise gramatical e lógica da língua portuguesa e sabendo do meu desejo de ir para o seminário, me disse: “- Essa matéria servirá muito para você, quando estudar o latim.”. Na pessoa da Madre Provincial Irmã Josefa, quero agradecer às Irmãs Hortênsia, Fernandina, Rosemary, às Superioras Irmãs Adelaide e Francisca, por todo bem que me fizeram. De modo especial quero lembrar a Irmã Noeli pelas aulas de catequese dominical, pelas bonitas histórias que nos contava para trilharmos sempre os bons caminhos e o aprofundamento na devoção a Nossa Senhora, recomendando-nos que fizéssemos todos os dias a consagração a Ela, seguida de três Ave-marias.
Pouco antes dos oito anos, no dia 27 de julho de 1941, fiz a Primeira Comunhão. O canto oficial era “Senhor Jesus, nós crianças vos amamos...”. A preparação foi de alguns meses, seguindo as orientações do Papa São Pio X: “Tão logo a criança chegue ao uso da razão e saiba distinguir o pão natural do pão eucarístico, pode receber a Comunhão.”
Depois da Primeira Comunhão, minha irmã Terezinha, com os seus 10 anos, me disse: “- Agora nós podemos comungar todos os dias.”. Foi o que passamos a fazer, dirigindo-nos à igreja bem cedo, no tempo em que se dava a comunhão fora da missa. Sabíamos que devíamos fazer a preparação e a ação de graças de, pelo menos, dez a quinze minutos. Um livrinho de orações nos ajudava.
O Pároco Pe. José, vendo-me todos os dias na igreja, fez-me com a mão um sinal de chamada, e fui ao seu encontro na sacristia. Perguntou-me simplesmente: “- Você não quer ser coroinha?” Diante da minha resposta, continuou: “Venha hoje, às duas horas da tarde, à minha casa.” Quando lá cheguei, encontrei outro menino da minha idade, Ivo Nester, que tinha recebido o mesmo convite. E nós dois começamos a aprender as respostas ao “Introibo ad altare Dei”.
Quero registrar aqui, na pessoa do Pe. Fabiano Kachel e do e do Pe. João Milchewski, os meus agradecimentos à Congregação dos Padres do Verbo Divino pelo grande bem que me fizeram os Padres José, Vicente, João Salanczij, Augusto Kolek, Henrique, Humberto, Francisco, especialmente o Pe. Pedro Fuss, pelo seu testemunho de simplicidade, de pobreza e dedicação pastoral.
Um dia, um dos padres procurou meu pai, que era alfaiate, para consertar uma calça. Depois meu pai, à mesa da refeição, nos falou, entre admirado, edificado e penalizado: “- Quase não havia lugar para colocar mais remendo na calça do Pe. Vicente.” Naquele tempo, a batina cobria tudo!
Ingressei no Seminário Menor com 13 anos de idade. Meu irmão Geraldo me acompanhou. Lembro-me de meu pai carregando os dois sacos cheios de roupas. Parecia um pequeno Abraão, oferecendo a Deus o sacrifício de seus dois filhos. Pude imaginar, mais tarde, quais eram os seus sentimentos quando embarcamos rumo ao Seminário Menor, na Av. Jaime Reis, passando antes pela Casa Paroquial da Catedral, que ficava do outro lado da rua Barão do Cerro Azul, onde nos aguardava o Pe. Boleslau Falarz, que nos acompanhou até o Seminário, sendo ali recebidos pelo Pe. Dionísio. Entre lágrimas nosso pai nos deixou, em lágrimas ficamos nós também. O Pe. Dionísio nos emprestou seu canivete, dizendo: “- Vão até o pátio, lá vocês encontrarão pereiras com seus frutos pelo chão.” Logo, porém, um grupo de seminaristas apareceu descendo a escadaria que dava para o pátio. Ganhamos um “anjo”, as lágrimas secaram e logo nos adaptamos à turma.
No exame de admissão, fomos aprovados para o primeiro ano ginasial, graças às aulas de qualidade recebidas no Colégio das Irmãs de São José. Ali foram seis anos de latim, quatro anos de francês e três anos de grego clássico, além das matérias normais do currículo. Lembro-me que, quando passamos para o Seminário Central do Ipiranga, em São Paulo, e ali também fomos submetidos a um teste de conhecimentos necessários para o Curso de Filosofia, um deles foi de língua grega, que fizemos da melhor maneira que pudemos. Algum tempo depois, recebendo a visita de Dom Manoel, nosso Arcebispo, ele nos disse, feliz da vida: “- Os professores elogiaram de modo particular o conhecimento da língua grega que demonstraram os alunos de Curitiba.”. Tudo isso graças aos Padres Vicentinos, que souberam ministrar com sabedoria as matérias que ensinavam. Lembro-me com gratidão do Pe. Dionísio, do Pe. Aristeu Matos, do Pe. Aristóteles Machado, do Pe. Avelino, do Pe. Correa, do Pe. Gonçalves, do Pe. Clóvis, e, de modo particular, o Pe. José Athanásio, que foi, por bons anos, o nosso Diretor Espiritual. Como Diretor Espiritual, o Pe. Athanásio sabia entrar com extrema delicadeza no coração da nossa vida, respondendo a perguntas, tirando dúvidas, orientando. À Congregação da Missão, na pessoa do Pe. Athanásio, os meus profundos agradecimentos por todo bem que recebi desses filhos de São Vicente.
Ao término dos estudos no Seminário Menor, no dia de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, em 27 de novembro de 1952, recebíamos em cerimônia solene, a batina. Meu pai, que era alfaiate, antes de me fazer a primeira batina, me perguntou: “- Você quer que eu faça a tua batina?”
Assim fomos (éramos quatro: José Maria e Antonio Carlos Baggio, Diniz Mikosz e eu) para o Seminário Maior do Ipiranga, em São Paulo, para o Curso de Filosofia. Aulas e provas em latim, ali começamos a por em prática a língua oficial da igreja. Ali encontramos Dom Pedro Fedalto como seminarista, teólogo do último ano. Dou graças a Deus por tudo o que recebi no Seminário Maior, sobretudo do Reitor Mons. Vicente Zioni, sucedido por Mons. Luiz Gonzaga de Almeida, do Pe. Batistela, nosso Prefeito, e, sobretudo, do Diretor Espiritual Pe. Pascoal Amato, que foi um continuador do trabalho espiritual iniciado pelo Pe. Athanásio.
Naquele tempo, a Santa Sé insistia com os bispos para que enviassem alguns de seus alunos seminaristas para estudar em Roma. Foi assim que os irmãos Baggio para lá viajaram no fim do Curso de Filosofia, e o Diniz e eu, no final do primeiro ano de Teologia. Em Roma, o Pontifício Colégio Pio Brasileiro era a nossa residência. Ali estávamos entre os mais de 100 alunos, colegas de muitas Dioceses do Brasil. Foram os quatro anos mais felizes da minha vida de estudante.
O Colégio Pio Brasileiro era dirigido e administrado por Padres Jesuítas: Pe. Paulo de Tarso Nacca, Pe. João Bosco Rocha, Pe. Antonio Aquino, Pe. Hofer, Pe. Simão Schmidt e sobretudo o Pe. Oscar Müller, nosso Diretor Espiritual, uma continuação feliz dos Diretores anteriores. Aos professores da Gregoriana, aos Padres do Pio Brasileiro, e aos Irmãos Jesuítas, o meu grande agradecimento.
Recebi o sacramento da Ordem das mãos do Sr. Bispo Dom Inácio Del Monte que, de Guaxupé, Minas Gerais, viajou a Roma para consagrar sacerdotes os seminaristas diáconos de sua diocese.
Nestes dias um paroquiano amigo me perguntou: “- Quais foram os seus sentimentos no dia da sua Ordenação sacerdotal? Sentiu algo de especial?”
Não senti nada de especial.Tudo normal, tudo tranqüilo, tudo em paz. O que senti e me fez estremecer de medo interiormente foi no dia em que recebi o Subdiaconato. Naquele tempo, o Subdiaconato era o dia do passo, o dia do “sim”.
Em determinado momento da celebração, o bispo, que na ocasião era o nosso Arcebispo Dom Manoel, pediu que, através de um gesto simples quanto um passo, manifestássemos nossa decisão livre, espontânea de entrega a serviço do Senhor. É evidente que eu havia sido preparado por meses e anos para este momento, orientado pelo Diretor Espiritual, (mas) tive medo, senti minha fragilidade, senti-me sozinho, como que abandonado por Deus, embora tivesse a meu lado colegas que também eram convidados a dizer o seu “sim” e a dar o mesmo passo. Mas o meu “sim” era independente do deles e devia manifestar-me, e não podia demorar. Então disse, intimamente: “Meu Deus, é agora! E é pra sempre!”. E dei o passo. Aí senti uma paz profunda, aquela paz que o mundo não pode dar porque não tem. Parece que Deus nos abandona por alguns momentos para que sintamos a nossa fragilidade, a nossa pequenez e para que sejamos humildes e confiantes, mas logo Ele intervém e nos dá a sua paz e a certeza de que não estamos sozinhos: “não temas porque estou contigo”. Que Deus tenha em sua Casa o Bispo que me ordenou sacerdote para sempre.
Ordenado sacerdote, Pe. Diniz e eu regressamos ao Brasil e o meu primeiro destino foi a Catedral de Curitiba, como auxiliar do Mons. Isidoro Mikosz, com quem aprendi de maneira prática a dar os primeiros passos no exercício do ministério sacerdotal.
Na Catedral fiquei apenas um ano e dois meses, pois fui chamado para fazer parte da Equipe de Formadores no Seminário Menor da Arquidiocese, sob a sábia orientação do Pe. Eugênio Mazarotto, junto com os Pes. Otto Brun, Antonio Carlos Baggio, Bernardo Gemim e depois com o Pe. Luciano e Pe. Francisco Fabris. Quanta coisa boa recebi ali dos irmãos sacerdotes, dos seminaristas e das Irmãs da Sagrada Família! Deus seja louvado!
Aproveito para agradecer aqui às irmãs franciscanas da Sagrada Família de Maria pelos anos em que usufruí - como seminarista e depois como padre - dos seus trabalhos executados na humildade e simplicidade próprias dessas Irmãs, não apenas como professoras ou secretárias, mas fornecendo o combustível sem o qual ninguém pode viver. Obrigado, Irmãs da Sagrada Família! Vocês ajudaram - e como! - o seminarista que hoje é padre e completa o aniversário de cinquenta anos de sua ordenação.
Com 13 anos de padre fui nomeado pelo Arcebispo Dom Pedro para a Paróquia de São Nicolau e Santa Luzia. Ali permaneci por 12 anos e também ali celebrei os meus 25 anos de Ordenação sacerdotal, no meio daquela gente boa e acolhedora. Na pessoa dos representantes da Paróquia de Santa Luzia, agora com o seu novo Pároco Pe. Jair Jacon, os meus agradecimentos. Dou graças a Deus pelos 12 anos que passei com vocês!
Depois de dez anos de trabalhos pastorais na paróquia de Santa Luzia, escrevi a Dom Pedro colocando-me à sua disposição, caso precisasse de mim em outro lugar. Dois anos após, o Sr. Arcebispo me designou para esta paróquia de Nossa Senhora de Fátima e aqui estou há quase 25 anos. Quando se passaram dez anos da minha vinda pra cá, coloquei-me novamente à disposição do Sr. Arcebispo para pastorear outro rebanho em outras pastagens, mas a sua decisão foi a de me conservar aqui.
O padre só é verdadeiramente padre quando unido a seu bispo. Nenhum padre pode ser padre sozinho, independente do seu bispo. Uma das grandes alegrias de um bispo é ter um clero obediente. Aliás, é o que cada um promete no dia da sua ordenação. Lembro-me que, no Seminário Menor, os Padres de S. Vicente nos diziam: “Quem obedece, não erra”. Quem obedece tem paz. Este era também o lema do Papa João XXIII.
Aos paroquianos de Nossa Senhora de Fátima e da Capela de São Camilo os meus agradecimentos, de modo particular às pessoas engajadas em nossas associações, movimentos e pastorais. Juntos trabalhamos, juntos lutamos e sofremos e juntos nos alegramos. O meu reconhecimento aos Vigários paroquiais que por aqui passaram: Pe. Irineu, Pe. Livino, Pe. Fabiano, atualmente Reitor do Seminário Menor da Arquidiocese, Pe. Gilberto Bordini, que estuda em Roma e aos atuais, Pes. Ênio e Romildo, pela dedicação à nossa comunidade e aos doentes. Somos uma comunidade colocada sob a proteção de Nossa Senhora de Fátima, que nos pede sacrifícios, penitências, oração.
Não poderia deixar de agradecer a uma pessoa, aliás, duas que, convidadas, aceitaram colocar-se mais de perto a serviço da igreja e o fizeram durante 28 anos. Refiro-me ao Sr. Oscar e à Sra. Clara Rosi Antunes. Não preciso declinar aqui os trabalhos realizados em favor das Paróquias de Santa Luzia e de Nossa Senhora de Fátima e à minha pessoa. O Sr. Oscar e sua esposa Rosi não podiam fazer tudo, mas colocaram-se sempre a serviço de todos.
Quero colocar aqui, como continuadora dos cuidados da casa paroquial e dos padres, a Sra. Elke Kramer. Obrigado, Dona Elke, pela sua dedicação!
Nestes últimos quinze meses tive alguns pequenos problemas de saúde e uma vez mais precisei de mãos amigas para me conduzir a consultas médicas, a hospitais, fisioterapeutas e exames quase sem conta. Obrigado a todos que tiveram caridade para comigo. Obrigado Dr. Luiz Bodachne que, desde que cheguei a esta comunidade, é o guardião da minha saúde. Obrigado paroquianos de Nossa Senhora de Fátima pelas orações constantes!
Obrigado a todos os que prepararam esta festa e a vocês que a ela vieram. Obrigado Maria Tereza Corso pelo trabalho de decoração e recepção; obrigado Maria de Lourdes Bacil e Raquel pelo primoroso trabalho na confecção do livrinho desta Santa Missa; obrigado Carlos e Cleonice, que providenciaram o almoço que está nos esperando. Obrigado Valdir e Márcia pela impressão dos convites e santinhos. Obrigado grupo de cantos para esta santa missa de Ação de Graças e pela perseverança em vir aos ensaios. Obrigado às organistas Márcia e à minha irmã Terezinha e Raquel, que conduziram os ensaios desta celebração. Obrigado Mons. Diniz por aceitar fazer a homilia de hoje - Mons. Diniz foi o meu presbítero assistente no dia da minha Ordenação em Roma, e foi ele também que fez a homilia na Igreja de Santa Luzia quando dos meus 25 anos de sacerdócio.
Obrigado irmãos e irmãs e demais familiares, parentes e amigos pela sua presença aqui, hoje, neste dia bonito para mim. Obrigado irmãos sacerdotes, obrigado Mons. Luiz, meu antecessor nesta comunidade e construtor deste Santuário. Obrigado Padres da Colônia Murici, minha terra natal. Pes. Alouzy e Jean, sucessores do Pe. Estanislau Cebula, que me batizou. Obrigado Pes. Fabiano Kachel e João Milczewski, em cujas pessoas vejo os padres do Verbo Divino, da minha infância. Obrigado Pe. José Athanásio, que não hesitou em vir de Belo Horizonte para participar das alegrias do jubileu sacerdotal deste que foi seu aluno e do qual o senhor foi o Diretor Espiritual. Obrigado sacerdotes da Arquidiocese de Curitiba e da Diocese de S. José dos Pinhais pela sua presença amiga. Obrigado Pe. Aleixo Wardzinski de Souza, que ontem completou seu trigésimo aniversário de sacerdócio - Pe. Aleixo teve o privilégio de ser ordenado sacerdote pelo Papa João Paulo II. Obrigado Dom Ladislau, bispo de S. José dos Pinhais. Obrigado Dom Pedro, pela presença amiga e pela sugestão. Obrigado Dom Sérgio Arthur Braschi, bispo de Ponta Grossa, e Dom Celso Antonio Marchiori. Obrigado Dom João Oneres Marchiori, bispo de Lajes, Santa Catarina, companheiro de Pio Brasileiro e Gregoriana em Roma. Obrigado senhores bispos auxiliares da Arquidiocese, Dom Dirceu Vegini, Dom João Carlos Seneme e Dom Rafael Biernaski. Obrigado por terem vindo prestigiar meu jubileu!
Meu agradecimento especial a Dom Moacyr José, nosso Arcebispo. Foi a primeira pessoa que convidei para estar aqui neste dia. Foi a primeira pessoa que me disse: “Estarei lá!”. Meus agradecimentos, Dom Moacyr, pela solicitude que sempre teve com a minha pessoa. Guardo da sua pessoa a recordação feliz quando, a seu convite, participei da peregrinação à Terra Santa, com aquele grupo de pessoas maravilhosas. Por sinal, neste dia 3 de julho, há doze anos atrás, nos encontrávamos em Roma. Muito obrigado, Dom Moacyr José!
Aos paroquianos de Nossa Senhora de Fátima, meu agradecimento pelo presente.
“A vós, ó Deus louvamos!
A vós, Senhor, cantamos!”
(Msr. Estanislau Polakowski).
ENTRE RISOS E APLAUSOS.
O Jubileu Áureo de Sacerdócio de Monsenhor Estanislau Polakowski.
Stanislaw significa “glória do exército”. É uma glória para o exército de Cristo, a sua Igreja, celebrar os 50 anos de Ordenação Presbiteral de Monsenhor Estanislau Polakowski.
“Polaco entre os polacos”, nasceu aos 15 de outubro de 1933, na Colônia Murici, em São José dos Pinhais. Mas, sua linhagem não veio exatamente dali. Seus pais partiram da Colônia Orleans, arrabaldes de Curitiba. Por já haver alfaiate na Colônia de origem, seu pai, Sr José Polakowski, migrou para a Colônia Murici e lá ficou até mudar-se para o centro do Município, onde cresceram os filhos mais novos. Todavia, mantinham uma chácara próxima da cidade, onde lidavam na roça com a mãe, Sra. Helena Falarz, mulher letrada e filha de um grande professor (João Falarz). Entre os irmãos, uma foi religiosa (Irmã Eugênia, enfermeira afamada) da Congregação das “Irmãs Francesas” de São José de Chambéry. Aliás, a família Falarz forneceu à Igreja notáveis vocações: o santo sacerdote Padre José Falarz, que ao falecer implorou aos céus mais padres entre os seus, vendo do paraíso os irmãos Monsenhor Boleslau Falarz e Monsenhor Henrique Osvaldo Falarz distinguirem-se como veneráveis sacerdotes. Os anteriores agora abençoam o jubilando Monsenhor Estanislau Polakowski e seu primo Padre Aurélio Falarz, que por ora completam esta “família levítica” na terra.
Algo que caracteriza Monsenhor Estanislau é sua humildade, seu santo silêncio e sua vida de oração. Homem de Fé, recentemente recebeu como presente dos céus algo que considera um MILAGRE DE NOSSA SENHORA. Durante a visita de Nossa Senhora do Rocio à sua Paróquia, suplicou a ela que pudesse “ver melhor”, uma vez que há anos tem problemas de visão a ponto de ter que usar, com freqüência, uma lupa. Pediu e Recebeu! No dia seguinte, anunciaram-lhe que poderia ir fazer o transplante de córnea, esperado há tempos. Agora, entre risos e aplausos celebra seu jubileu com um “novo olhar” sob as lentes de uma fé mais viva na intercessão da Virgem Maria, sua gloriosa protetora.
Lançando os olhos para o passado, pode-se perceber a dedicação e o amor deste zeloso sacerdote, que desde cedo traz no coração o desejo ardoroso de unir-se cada vez mais a Deus no Seguimento de Jesus Cristo. Sua vocação brotou no seio de uma nobre família polonesa de vida cristã exemplar, onde reinavam fé e simplicidade, com seus membros aurindo forças na recitação frequente do rosário em comum. E mais, a participação na vida da comunidade, especialmente como coroinha, aliada ao testemunho dos tios sacerdotes, o fez ingressar, aos 5 dias de fevereiro de 1947, com 13 anos de idade, no Seminário São José. Este funcionava à Avenida Jaime Reis (atual Cúria Metropolitana) e cooperou muito para os felizes anos de sua vida de adolescente. Aprimorou os dotes musicais, intelectuais e sobretudo espirituais. Mesmo com saudades da “broa com banha”, cresceu como homem e cristão, passando depois ao Seminário Central do Ipiranga para os Estudos de Filosofia e Teologia. Começou no Brasil os estudos teológicos, mas, como conta, “teve a graça” de ser chamado pelo então arcebispo Dom Manuel da Silveira D’Elboux para estudar em Roma. Viajou de navio e chegou à Cidade Eterna para viver no Pontifício Colégio Pio Brasileiro, obtendo a Licenciatura em Sagrada Teologia completados os estudos na famosa Universidade Gregoriana.
Um revés em sua vida foi a perda do pai, por culpa do câncer, quando de sua estadia em Roma. Contudo, a fé e a coragem próprias, aliadas à oração, especialmente sob a generosa intercessão de sua terna mãe Helena na terra e da Virgem Maria no Céu, não impediram que completasse os estudos, recebendo a Sagrada Ordenação em 1960.
Interessante é sua história próxima ao sacerdócio:“Preferi primeiro terminar os estudos, até porque nunca gostei de muita aglomeração. Assim, ordenei-me de modo simples e silencioso, como era na época. Foi aos 3 de julho de 1960, na Capela da Casa dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. O ordenante foi Dom Inácio João Del Monte, que lá estava para ordenar alguns padres de sua diocese, e eu entrei no meio. Celebrei a primeira missa num altar lateral da Igreja de “Santo Andrea Al Quirinale”, onde se encontra o corpo de Santo Estanislau Kotska. De volta ao Brasil, imaginava que ia ajudar meu tio, Monsenhor Henrique (o grande pároco da Lapa). Cheguei a comprar tudo em tamanho pequeno (Missal, galhetas e afins) para carregar rumo ao interior. Qual não foi minha surpresa, quando Dom Manuel da Silveira D’Elboux me chama, mandando-me trabalhar na Catedral. Lá fiquei por pouco mais de um ano, ajudando o Monsenhor Isidoro Mickosz. Depois, fui chamado para a primeira equipe de padres diocesanos que assumiu o Seminário Menor São José em Orleans. Ali passei os meus verdes anos de sacerdócio. Fico feliz por ter cooperado na formação de padres, bispos, arcebispos e até um cardeal. Também vejo que muitos ex-seminaristas hoje são boas pessoas para a sociedade e para a Igreja, e isso deixa a gente muito feliz.”
Como formador no Seminário São José, foi o responsável pelos menores. Louvável foi sua responsabilidade pela Obra das Vocações Sacerdotais da Arquidiocese, preparando muitos meninos para o Seminário. Há um orgulho recíproco entre os que com ele conviveram. Consideram-no um mestre, um pai, que segundo palavras ouvidas no Cinquentenário do Seminário São José em Orleans, na homilia do Cardeal Odilo Scherer “tocava nas cabeças e incentivava, encorajando a seguir em frente!”
Além de ter cooperado na Formação de Padres, Bispos e Bons Cristãos para a Igreja, Monsenhor Estanislau foi o segundo pároco da Paróquia Santa Luzia (e São Nicolau) na região do Barigui. Ali teve a oportunidade de visitar todas as famílias e desenvolver uma boa comunidade, antes de ser transferido para o Santuário Nossa Senhora de Fátima do Tarumã, com a grande incumbência de “terminar os ossuários para os mortos e manter viva a chama da fé para os vivos”.
Lembro-me da chegada de Monsenhor Estanislau ao Tarumã. Minha infância foi marcada pela observação de seus gestos na Missa. Rezava-se o Pai Nosso e eu, primeiro lá no banco e depois como coroinha, continuava – igual a ele - com as mãos levantadas até o Amém Final, como o padre deve ficar... Em sua face terna que levantava a hóstia e o cálice, em seu sorriso cândido ao traçar o sinal da cruz na Primeira Confissão, o Espírito Santo me fez querer ser padre. Quantas vezes o ouvi pronunciar com fé as palavras da Consagração... Jamais me esquecerei do dia em que, após a Via Sacra, estando gripado, me disse (brincando, mas eu levei a sério): “estou mal, um dia vou morrer, alguém tem que ficar no meu lugar!” Pois é, “aqui estou porque me chamaste!” Ecce ego quia vocasti me (I Samuel 3, 8). Como o jovem profeta Samuel estava no Santuário com o sacerdote Eli, assim também fui preparado em minha missão. E Deus se valeu de Monsenhor Estanislau para chamar um coroinha ao sacerdócio. Muito obrigado digo hoje, entre risos e aplausos, como aqueles que arranquei do clero em um fim de retiro em 2003, ao dizer: “Monsenhor Estanislau para mim é como Santo Ambrósio para Santo Agostinho”. Alguns afirmariam: “como Paulo para Timóteo”, mas no momento prefiro dizer: “como Estanislau para Fabiano”.
Desejo que todos possam ter um pároco como Monsenhor Estanislau, a quem digo, entre risos e aplausos: Parabéns!
(Padre Fabiano Dias Pinto); Reitor do Seminário São José da Arquidiocese de Curitiba.
JUBILEU DE OURO - BIOGRAFIA (Monsenhor Estanislau Polakowski)
Nasceu na Colônia Murici, município de São José dos Pinhais, no dia 15 de outubro de 1933. Seus pais: José Polakowski e Helena Falarz Polakowski; ele, alfaiate; ela, dona de casa.
Foi batizado na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Murici, pelo Padre Estanislau Cebula, no dia 21 de outubro de 1933. Ainda criança, como era costume, recebeu o sacramento da Crisma na Matriz de São José dos Pinhais, no dia 8 de junho de l934, das mãos de Dom Daniel Hostin, Bispo de Lages. Naquele dia, conforme registros, foram crismadas muitas crianças.
Pouco tempo depois, já enriquecida com três filhos - Eugênia, Isabel e Terezinha (viriam depois Geraldo, Tarcisio, Wanda e Eufrazio Luiz) - a família transferiu-se para a cidade de São José dos Pinhais, morando inicialmente em casa alugada e, a seguir, em casa própria, na rua que atualmente é a Avenida Rui Barbosa. Ali Mons. Estanislau passou a sua infância, com alguns sobressaltos na saúde.
Com quase oito anos de idade, aos 27 de julho de 1941, fez a sua Primeira Comunhão na Igreja Matriz de São José dos Pinhais. A seguir, foi convidado pelo Pároco Padre José para ser coroinha, e fez parte da Cruzada Eucarística, associação para crianças.
Fez o Curso Primário de cinco anos na Escola Paroquial São José, sob a orientação das Irmãs de São José.
Com 13 anos - no dia 5 de fevereiro de 1947 - ingressou no Seminário Menor São José, em Curitiba, onde atualmente a Cúria da Arquidiocese tem a sua sede. Pouco tempo depois o Seminário Menor foi transferido para o bairro “Seminário”, onde o então Arcebispo Dom Ático Euzébio da Rocha mandou construir um amplo edifício, hoje cedido para o Colégio Positivo. Ali Mons. Estanislau concluiu o Curso Ginasial e Colegial (6 anos). Ao término dos cursos, juntamente com os colegas de turma Antonio Carlos e José Maria Baggio e Diniz Mikosz, em cerimônia solenizada, recebeu a batina.
Em fins de janeiro de 1953, com os seus colegas, partiu para a
Capital de São Paulo onde, no Seminário Central do Ipiranga, fez o Curso de Filosofia (3 anos) e o primeiro ano incompleto de Teologia. Em 12 de fevereiro de 1956, das mãos de Dom Vicente Zioni, recebeu a Primeira Tonsura.
No dia 24 de setembro de 1956, dia de Nossa Senhora das Mercês, junto com o colega Diniz Mikosz e outros seminaristas de diversas dioceses do Brasil, embarcou em navio, no Porto de Santos, para Roma, ali chegando no dia 7 de outubro, dia de Nossa Senhora do Rosário, retomando e concluindo o Curso de Teologia na Universidade Gregoriana e residindo com mais de cem companheiros de ideal no Pontifício Colégio Pio Brasileiro. Recebeu as Ordens Menores de Ostiário e Leitor, Exorcista e Acólito nas Têmporas do Advento de 1957 e 1958.
A 19 de julho de 1959, das mãos de Dom Manoel da Silveira D’Elboux, quando da Ordenação Sacerdotal dos irmãos Antonio Carlos e José Maria Baggio e da Ordenação Diaconal de Eugênio Mazarotto, recebe o Subdiaconato e nas Têmporas do Advento desse mesmo ano, o Diaconato.
No dia 3 de julho de 1960 é ordenado Sacerdote em Roma, por Dom Inácio Del Monte, Bispo Diocesano de Guaxupé, Minas Gerais. Presbítero assistente, na ocasião, foi o já Padre Diniz Mikosz, na Capela da Casa Mãe dos padres do Sagrado Coração de Jesus.
Voltando ao Brasil, é designado pelo Sr. Arcebispo Dom Manoel para Vigário Paroquial da Catedral de Curitiba, ao lado do Pároco Mons. Isidoro Mikosz.
No dia 13 de novembro de 1960 celebra a sua Primeira Missa Solene na Matriz de São José dos Pinhais, com a presença do Sr. Arcebispo, sendo Pároco da Comunidade o Padre Pedro Fuss.
Em janeiro de 1962 é convidado a fazer parte da equipe de formadores do Seminário Menor São José, de Orleans, onde, por seis anos, exerceu o cargo de prefeito dos menores. De 1967 a 1973 assume a Obra das Vocações e o Departamento Regional de Vocações. Em 28 de janeiro de 1974 é nomeado por Dom Pedro Fedalto, Pároco da Comunidade de São Nicolau e Santa Luzia e, no dia 26 de janeiro de 1986 é transferido pelo mesmo Arcebispo para a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, onde se encontra, celebrando o seu Jubileu de Ouro Sacerdotal.
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