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sábado, 1 de março de 2014

Sim, a Igreja Católica é pecadora

 

mas também santa e são os seus santos que, sem o procurar chamam a atenção do mundo mais que governantes, cientistas, artistas. Veja-se por exemplo, como três personagens católicos dos últimos tempos procuraram viver em santidade, que não se fecha em si mesma mas abre-se ao próximo, sobretudo ao mais carente: madre Tereza de Calcutá, Pio de Pietrelcina e João Paulo II...

O enterro e a canonização dos santos é uma apoteose
,

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Quando Jesus falou

que não veio trazer a paz mas a espada e quando disse que os piores inimigos de uma pessoa serão os seus próprios parentes (Mt. 10,36), talvez ele se tenha referido também à sua própria Igreja. A Igreja-Mãe instruiu os seus filhos, mas às vezes são filhos mais e melhor por ela instruídos que lhe dão mais dor de cabeça, voltam-se contra ela e até saem dela e passam a persegui-la. Um exemplo: Lutero. Se a Igreja não lhe tivesse dado toda aquela instrução que ele assimilou e desenvolveu, inicialmente para o bem da Igreja através de aulas em universidades e pregações. Levado pelo seu talento oratório, fortalecido pela simpatia de seus auditórios, ele resolve olhar para a Mãe Igreja e nela observar as fraquezas, as máculas que, como instituição também humana ela, aqui ou acolá, sempre teve, tem e terá e, abandonando-a por achá-la uma prostituta, inventada tão somente na fé em Jesus Cristo Salvador e na Bíblia, porque também ele acha que o homem não tem remédio, ele é mau, ele é ruim, ele é um pecadoer que, por mais que não queira, só sabe fazer pecados. Assim foram também outros filhos privilegiados da Mãe Igreja. Seria melhor, então, deixá-los na ignorâncioa para não correr este risco?
Jesus, com a sua palavra nos diz que não. Apenas nos adverte dessa possibilidade e nos orienta como agir e como devemos nos comportar.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

É Jesus quem através do Papa

conduz a nossa Igreja, a sua Igreja, a sua barca. Poucas vezes o mar é manso, poucas vezes tripulação e passageiros estão em paz. Muitas vezes há tempestades, borrascas; segmentos de pessoas não se entendem, provocam desordens, reclamam. Há diferentes posições sobre o rumo do navio. Mas, todos estão na barca sujeitos à mesma sorte. De repente alguém acha que embarcou em barca errada e, mesmo correndo grande perigo, se lança ao mar à procura de outra a cuja tripulação pede acolhida. Mas também há os de outros barcos que também se sentem em lugar errado, procuram e encontram segurança no barco da Igreja Católica porque nela, apesar de tudo encontram Jesus Cristo, quem sabe a dormir, mas Ele ali está.
Igreja em forma de Barco na cidade de União da Vitória.

domingo, 6 de outubro de 2013

Se a Igreja Católica

fosse uma Igreja qualquer os seus inimigos, que não são poucos, não lhe dariam tanta importância, não teriam tanto desejo de acabar com ela, não a colocariam tanto na berlinda para atirar-lhe pedras e apontar seus defeitos, e achá-la retrógrada por não acompanhar a evolução do mundo. Quanto mais a Igreja é agredida tanto mais ela é exaltada. Os inimigos  lhe fazem este favor. A história se repete: desde Juliano, apóstata que ao morrer, reconhece sua derrota com a frase: "vencestes Galileu", passando por Voltaire que vociferava: "esmagai a infame" e até hoje, não faltam os que desejam ver a Igreja aniquilada, e assim será pelos anos afóra. Mas a Igreja continua impávida a sua marcha.

Falhas da Igreja.

Há pessoas que aceitam as falhas humanas da Igreja Católica, mas não admitem certos escândalos que nela acontecem. Esta exigência e este rigor para com ela é bom sinal, porque dão a entender que a Igreja Católica é a verdadeira Igreja de Jesus Cristo e esta Igreja tem  que ser santa. Se a Igreja Católica fosse uma Igreja qualquer fundada por um descontente ou desequilibrado, ninguém se incomodaria com ela. Quem critica, por exemplo os muçulmanos que admitem a poligamia? Quem critica certas Igrejas protrestantes que aceitam o divórcio? Quem critica pastores que exploram seus fiéis? A Igreja Católica, praticamente, é a única que se manifesta quando vem à baila assuntos candentes como o divórcio, abôrto, eutanásia...Sabe-se que os espíritas são contra o abôrto, mas ficam calados.

sábado, 14 de setembro de 2013

Quando se acusa alguém

não se deve fazer isto sem a presença do acusado para que tenha ocasião de justificar-se, reconhecer o êrro, ou defender-se, do contrário será uma injustiça e covardia. Se um pastor protestante, como tem acontecido ultimamente, acusa a Igreja Católica apresentando seus pecados reais ou imaginários na presença exclusiva de seus fiéis em ambiente fechado, fatalmente eles darão crédito à versão pessoal do pastor. Se entre esses fiéis houver alguém que raciocine um pouco, perguntar-se-á: será que a Igreja Católica foi capaz de tantas mentiras, erros e barbaridades? Não seria bom e necessário consultá-los sobre a verdade de todas essas acusações? É ousadia descabida e insensata querer desmoralizar uma instituição quase bimilenar e colocar no chinelo os mais de um bilhão de católicos do mundo, desconhecendo que a Igreja Católica tem dezenas de universidades de Teologia e Estudos bíblicos entre outras por esse mundo afóra e, dentro dessas universidades centenas de professores especialistas no assunto. O precipitado pastor não foi beber a água pura e límpida da fonte, bebeu água da sargeta (jornais, revistas sensacionalistas) onde muita gente cospe, escarra e os meninos fazem xixi e a oferecem aos fiéis como boa e verdadeira e a tomam e até aplaudem, dando glórias a Deus.

Há católicos que

uma vez, real, ou supostamente ofendidos por alguém da Igreja afastam-se da comunidade de maneira radical: afastam-se simplesmente, somem, desaparecem e passam a frequentar outra comunidade, participando ali como meros visitantes, uma vez que não se engajam em nada. Outros vão até mais longe: abandonam a prática da religião ou mudam de religião. A maior parte dos católicos que assim procedem, fazem isto pelos motivos acima mencionados ou por outros motivos meramente sentimentais e, normalmente passam a tecer críticas à Igreja Católica da qual nunca foram verdadeiros filhos, mais por ignorância do que por maldade. Em quase todas as famílias, acontecem, de vez em quando, discussões e desentendimentos entre os irmãos, mas a força do sangue os mantêm unidos sobo mesmo teto. Quando estas coisas acontecem na Igreja, o sangue da família que é o de Jesus não consegue, tornando infrutífera a oração de Jesus: "Pai, que todos sejam um, como nós somos um...a fim de que o mundo creia que tú me enviaste". Com tal procedimento, o mundo não crê. De quem é a culpa? Como deve proceder o católico diante de injustiças, críticas maldosas, incompreensões de seus irmãos na fé?

sábado, 13 de abril de 2013

A Igreja Católica

tem uma longa história contada não apenas nos livros, mas nas igrejas e outros monumentos e sobretudo nas pessoas que a fizeram peregrinar até agora, impulsionadas pelo Espírito Santo. Se houve escândalos que mostraram a sua fraqueza humana, precisamos não esquecer os santos que mostraram ao mundo a sua fisionomia divina. Quem olhar para a sua história pode deter-se nos seus grandes pecados e fraquezas e esmiuçá-los com lentes de aproximação e aumento e até de precisão e ficar parado na sua minuciosa inspeção, enquanto outros, contemplando a sua face divina, entusiasmam-se por Ela, nela se engajam, caminham com Ela, e à medida que caminham vão observando os seus tezouros espirituais e os belos testemunhos de seus irmãos e associam-se aos seus atos de júbilo, louvor gratidão e amor.