não se deve fazer isto sem a presença do acusado para que tenha ocasião de justificar-se, reconhecer o êrro, ou defender-se, do contrário será uma injustiça e covardia. Se um pastor protestante, como tem acontecido ultimamente, acusa a Igreja Católica apresentando seus pecados reais ou imaginários na presença exclusiva de seus fiéis em ambiente fechado, fatalmente eles darão crédito à versão pessoal do pastor. Se entre esses fiéis houver alguém que raciocine um pouco, perguntar-se-á: será que a Igreja Católica foi capaz de tantas mentiras, erros e barbaridades? Não seria bom e necessário consultá-los sobre a verdade de todas essas acusações? É ousadia descabida e insensata querer desmoralizar uma instituição quase bimilenar e colocar no chinelo os mais de um bilhão de católicos do mundo, desconhecendo que a Igreja Católica tem dezenas de universidades de Teologia e Estudos bíblicos entre outras por esse mundo afóra e, dentro dessas universidades centenas de professores especialistas no assunto. O precipitado pastor não foi beber a água pura e límpida da fonte, bebeu água da sargeta (jornais, revistas sensacionalistas) onde muita gente cospe, escarra e os meninos fazem xixi e a oferecem aos fiéis como boa e verdadeira e a tomam e até aplaudem, dando glórias a Deus.
Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!
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sábado, 14 de setembro de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
Equívoco Protestante.
Deus proibiu aos israelitas do Antigo Testamento fazer qualquer tipo de imagem. Ordem peremptória. Naquele tempo, entre os judeus, não havia ainda o culto aos heróis e, muito menos, aos santos. O único a quem eles deveriam prestar reverência, submissão, adoração, era o seu Deus, que era o seu Criador e, consequentemente, o seu Senhor, que os libertou da escravidão do Egito e fez dele o seu povo e queria prepará-lo para dele fazer nascer o Messias, Salvador do mundo, seu divino Filho. "Bendito e louvado seja Deus, o Pai de Jesus Cristo, Senhor nosso, que do alto céu nos abençoou em Jesus Cristo, com bênção espiritual de toda sorte! Foi em Cristo que Deus Pai nos escolheu, já bem antes de o mundo ser criado, para que fôssemos perante sua face, sem mácula e santos pelo amor. Por livre decisão de sua vontade, predestinou-nos através de Jesus Cristo, a sermos nele os seus filhos adotivos, para louvor e para a glória de sua graça". (Ef.1, 3-6). Portanto, desde sempre Deus, no seu grande amor quis, fazer de todo homem e mulher seu filho e filha adotivos em Jesus Cristo. "Deus é espírito, e todos aqueles que O adoram, devem adorá-Lo em espírito e verdade (Jo. 4, 24). Sendo espírito, Deus não pode ser representado por qualquer forma material, nem mesmo humana; mas haveria perigo de os hebreus caírem nessa tentação? Haveria, sim, tanto que o Deus que os libertou do Egito "com braço vigoroso e mão forte", logo no início da sua caminhada pelo deserto, que seria longa, depois de todas as maravilhas que operou a seu favor e que o povo viu com os seus próprios olhos, transpondo milagrosamente o mar Vermelho, alimentado com maná, vencidos os inimigos que iam impedindo a sua caminhada, Deus manifesta-se solenemente no Sinai e dá ao seu povo os seus mandamentos. Entre eles está a insistente proibição de fazer imagens. Por que será? No Egito, o povo de Israel ainda não era povo livre, era escravo e não tinha outra coisa a fazer senão dedicar-se afanosamente ao duro trabalho. Descansavam, sim, para recuperar as fôrças, e tinham, boa aliamentação e até variada, tanto que dela tiveram saudade quando depois vagaram pelo deserto. Mas, no Egito, ouviram falar ou até viram as estátuas dos deuses nacionais, impressionaram-se até, quem sabe, com a sua imponência, beleza e arte, estátua representando seres humanos divinizados como Faraós, e outros deuses, e podiam ter o desejo de ter o seu Deus representado de alguma forma, tanto que, tão logo puderam, com o consentimento e colaboração de Aarão fundiram em ouro um bezerro, do qual o próprio Aarão lhes disse: "Eis, Israel, o teu Deus que te tirou do Egito...Amanhã haverá uma festa em honra do Senhor". Enfim, houve a festa, comeram, beberam e se divertiram. (Ex. 32,4-6). Deus estava materializado no bezerro de ouro, e o perigo era de eles darem à substância morta e limitada do bezerro, qualidades divinas como os egípcios faziam com as imagens dos seus deuses.
O Povo de Israel apesar de tantas recomendações para que se guardasse da idolatria acabou, mais tarde, por adorar os deuses cananeus, babilônicos e outros. O problema e o perigo para o Povo de Israel não era o de fazer imagens de seus heróis e heroínas e de seus antepassados ilustres como Aarão, Isaac, Jacó, Moisés, Josué, Judite, Débora e outros. Se as fizessem, prestar-lhes-iam honras como a heróis; sem dúvida, não lhes prestariam culto como a deuses, porque sabiam que, apesar de seus grandes feitos, eles eram seres humanos que morreram, enquanto Deus não morre. Portanto, a proibição divina de Êxodo 20 era de não fazer imagens de Deus sob forma alguma, para dorar. Essa era a tentação a que estavam expostos e este era o perigo de idolatria. Se o povo de Israel reduzisse o seu Deus aos limites de uma imagem morta, morta estaria também a sua religião e o seu verdadeiro relacionamento com Deus e, consequentemente deixaria de ser o Povo de Deus e voltaria ao paganismo de Abraão antes da sua vocação.
No Novo Testamento, entre os cristãos, este perigo deixou de existir e o próprio Deus fez uma bela imagem de si mesmo na pessoa de Jesus Cristo, e do Espírito Santo numa nuvem, numa pombinha e nas línguas de fogo. A idolatria jamais passou pela cabeça de um cristão Católico esclarecido, mas passa pela cabeça de certos protestantes que se adiantam em julgar precipitadamemnte os católicos procedendo de uma maneira desleal e em aberta "dissintonia" com a Palavra de Deus que afirmam, muito prezar.
"Não julgueis e não sereis julgados, não condeneis e não sereis condenados" (Mt. 7, 1). "Quem fala mal de um irmão ou julga seu irmão, fala mal de uma lei e julga uma lei; mas, se julgas uma lei, ages como juíz e não como cumpridor da lei. No entanto, um só é legislador e juíz; aquele que pode salvar e perder. Tú, quem és para julgar o próximo?" (Tiago 4, 11-12).
É interessante observar como certas seitas, sobretudo Adventistas e Testemunhas de Jeová, quando se trata de denegrir a Igreja Católica, representam-na em seus livros sob a imagem artísticamente desenhada com traços caprichados e destacados de sensualidade da prostituta do Apocalípse, e dizem: eis o que é a Igreja Católica (Ap. 17, 1-18). É esta a ideia que eles tem de nós, Igreja Católica.
Se abrirmos qualquer livro ou revista dessas seitas, encontraremos ali muitas ilustrações em cores e bonitas, coisa que Deus proibiu terminantemente em Ex. 20, 4: "Não farás para ti imagem em escultura ou figura alguma..." Eles nos dirão: Mas nós fazemos estas figuras não com a ideia de as adorar! Pergunta-se então: Por que é que só os católicos não podem fazer imagens e se as fazem, logo são taxados de idólatras?
Isto é discriminação e esquisitice.
domingo, 4 de novembro de 2012
Os protestantes.
Todos eles, tem que voltar para sua casa, e, a sua casa é a Igreja Católica. Da parte deles bastaria uma coisa só: que nos perdoem, que perdoem os nossos escândalos, que conosco lamentem por isso, mas que não se assustassem e que entendessem um pouco as razões da nossa fé, da qual seus ancestrais comungavam. Isto seria a vitória não da Igreja Católica, mas da uniddae e de Jesus Cristo que tanto a desejou para a sua Igreja. Enquanto estivermos separados uns dos outros na fé e divididos, escandalizamos os pequeninos e o Reino dos céus sofre prejuízos. Como poderemos converncer as pessoas que pouco ou nada sabem de Jesus que nele está a salvação, se nós mesmos não estamos ainda, de fato, convencidos disto, porque levamos ainda uma vida tão tibia e discorde com a mensagem - caminho traçada por Jesus? Nós cristãos somos responsáveis pelos que se perdem. Sim, devemos levar em conta a liberdade das pessoas e respeitá-la, mas não podemos nos omitir do trabalho de anunciar o Senhor Jesus Salvador.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Católicos - Protestantes.
É interessante observar como os católicos que passam para uma seita evangélica, revoltam-se contra a sua antiga Igreja e passam a falar mal dela e até inventar coisas.
O contrário acontece quando um protestante se torna católico.
sábado, 12 de maio de 2012
A fim de que o mundo creia e o nome de Deus não seja ridicularizado.
Todos os cristãos Católicos, Protestantes, Crentes ou Evangélicos, deveriam se dar as mãos, usando o nome de cristãos com dignidade, lealdade e respeito, procurando a unidade tão desejada por Jesus, a fim de que o mundo creia e o nome de Deus não seja ridicularizado.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Podemos praticar boas obras meritoriamente?
Na questão das indulgências discrepam católicos e protestantes entre si.
Os católicos afirmamos que somos capazes de realizar pequenas boas obras, às vezes maiores e até heróicas. Na canonização dos santos tudo isto é levado em conta.
Se as obras são boas então elas tem algum valor e podemos nos valer delas para pagar dívidas. Então tem sentido a Comunhão dos Santos e as indulgências.
Entretanto continuamos afirmando que quem nos salva é Jesus e não as nossas boas obras. Mas é através delas que demonstramos a nossa fé em Jesus Salvador e o nosso amor a Ele e ao próximo.
A fé sozinha não salva porque até os demônios tem fé e estão para sempre condenados. A fé que é operosa no amor, esta é que nos dá esperança de salvação.
Jesus mesmo falou que devemos fazer penitência e que, no último dia, nos julgará pelas atitudes que tivemos tido em relação ao próximo no qual Ele se encontra presente.
Já os protestantes não pensam assim, antes bem ao contrário. Acham eles que nada de bom e digno de merecimento podemos fazer. Antes, tudo o que fazemos é mau ou sem valor algum diante de Deus, e outra coisa não podemos fazer senão acreditarmos com fé fiducial que Jesus e só Ele nos salva, independentemente dos nossos pecados e das nossas supostas boas ações. É a assim chamada justiça pela fé.
"Justus meus ex fide vivit" claro, porque "sine fide non est vera charitas" e, "sine fide impossibile est placere Deo". (Hb. 11,6)
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
A Igreja Católica sempre esteve inserida na história dos povos e do mundo
Os protestantes ou evangélicos amam a Deus; nós cristãos católicos também amamos a Deus. Então, porque não nos unimos no amor de Deus?
Cristãos católicos cometem e cometeram no passado muitos erros e os cristãos evangélicos parece que não; por isso aqueles são criticados agora pelos seus erros ao passo que estes, não. A Igreja Católica confessa publicamente os seus pecados pela boca de seu representante maior, enquanto que as Igrejas Evangélicas parece nada terem para confessar. É que a Igreja Católica sempre esteve inserida na história dos povos e do mundo, e embora não sendo do mundo, mas no mundo existindo para salvá-lo anunciando-lhe Jesus, Ela algumas vezes, se deixou seduzir pelas glórias do mundo, pelos bens materiais, pela política, pelos prazeres, até acabou sendo levada a perseguições exageradas e a injustas condenações e execuções.
Alguns dos erros por ela cometidos, poderíamos dizer, foram por excesso de zêlo. Mas houve sempre as retratações, os pedidos de perdão e as desculpas.
Sim, a Igreja Católica é santa, e assim ela se afirmava antigamente, e ela o é de fato e sempre foi, mas ela esqueceu-se de dizer que é também pecadora, o que foi reconehcido e dito, de maneira clara e pública no Concílio Vaticano II.
A Igreja Católica é pecadora porque é humana e, como diz o ditado: "errar é humano".
Por outro lado, "quem não tiver pecado que atire a primeira pedra."
São muitas as pedradas que a minha Igreja recebe por pessoas que, supostamente não tem pecado, porque só estas, conforme Jesus, têm direito.
Gosto da minha Igreja; ela é arrojada, ela não se intimida, ela cai, ela se machuca, ela se purifica, ela se penitencia e, se nela há muitos pecadores, dela brotaram também muitos santos e benfeitores da humanidade.
Conhece-se o cerne, o miolo, o coração de uma pessoa ou instituição pelo bem que ela faz apesar de seus pecados.
Cristãos católicos cometem e cometeram no passado muitos erros e os cristãos evangélicos parece que não; por isso aqueles são criticados agora pelos seus erros ao passo que estes, não. A Igreja Católica confessa publicamente os seus pecados pela boca de seu representante maior, enquanto que as Igrejas Evangélicas parece nada terem para confessar. É que a Igreja Católica sempre esteve inserida na história dos povos e do mundo, e embora não sendo do mundo, mas no mundo existindo para salvá-lo anunciando-lhe Jesus, Ela algumas vezes, se deixou seduzir pelas glórias do mundo, pelos bens materiais, pela política, pelos prazeres, até acabou sendo levada a perseguições exageradas e a injustas condenações e execuções.
Alguns dos erros por ela cometidos, poderíamos dizer, foram por excesso de zêlo. Mas houve sempre as retratações, os pedidos de perdão e as desculpas.
Sim, a Igreja Católica é santa, e assim ela se afirmava antigamente, e ela o é de fato e sempre foi, mas ela esqueceu-se de dizer que é também pecadora, o que foi reconehcido e dito, de maneira clara e pública no Concílio Vaticano II.
A Igreja Católica é pecadora porque é humana e, como diz o ditado: "errar é humano".
Por outro lado, "quem não tiver pecado que atire a primeira pedra."
São muitas as pedradas que a minha Igreja recebe por pessoas que, supostamente não tem pecado, porque só estas, conforme Jesus, têm direito.
Gosto da minha Igreja; ela é arrojada, ela não se intimida, ela cai, ela se machuca, ela se purifica, ela se penitencia e, se nela há muitos pecadores, dela brotaram também muitos santos e benfeitores da humanidade.
Conhece-se o cerne, o miolo, o coração de uma pessoa ou instituição pelo bem que ela faz apesar de seus pecados.
domingo, 16 de outubro de 2011
Livre Exame
É princípio básico do protestantismo o Livre Exame, isto é, a interpretação individual, pessoal, particular, singular das Sagradas Escrituras, dado que é o Espírito Santo que ilumina e orienta o fiel que com respeito, reta intenção e amor manuseia o Livro Sagrado (segundo dizem).
Agora, quando os católicos, orientados pelo Magistério da sua Igreja interpretam de maneira uníssona a Palavra de Deus, eis que contra ela insurgem-se certos assim chamados "crentes" ou certas "Igrejas" e põem-se a deblaterar de viva voz ou pelo rádio e "tevê" ou por escrito em seus livros, jornais ou revistas afirmando categóricamente: a Igreja Católica está errada!
Os padres, os bispos e o Papa sobretudo, são satanáz em pessoa, enganando o pobre rebanho dos fiéis católicos.
Daí dizem aos seus fiéis:
Cuidado com a confusão, a Igreja Católica, a Babilônia!
E aos católicos: Fugí da Babilônia governada pelo Papa Anti-Cristo e venham para o nosso lado enquanto é tempo.
Mas perguntamos: E o Livre Exame, como fica? Só os protestantes é que tem a liberdade de interpretar as Escrituras como melhor entendem?
A conclusão lógica do Livre Exame não seria o respeito ao modo de pensar de cada um que lê a Bíblia? E não é mais segura a intepretação coletiva das Sagradas Escrituras do que a interpretação pessoal?
Agora, quando os católicos, orientados pelo Magistério da sua Igreja interpretam de maneira uníssona a Palavra de Deus, eis que contra ela insurgem-se certos assim chamados "crentes" ou certas "Igrejas" e põem-se a deblaterar de viva voz ou pelo rádio e "tevê" ou por escrito em seus livros, jornais ou revistas afirmando categóricamente: a Igreja Católica está errada!
Os padres, os bispos e o Papa sobretudo, são satanáz em pessoa, enganando o pobre rebanho dos fiéis católicos.
Daí dizem aos seus fiéis:
Cuidado com a confusão, a Igreja Católica, a Babilônia!
E aos católicos: Fugí da Babilônia governada pelo Papa Anti-Cristo e venham para o nosso lado enquanto é tempo.
Mas perguntamos: E o Livre Exame, como fica? Só os protestantes é que tem a liberdade de interpretar as Escrituras como melhor entendem?
A conclusão lógica do Livre Exame não seria o respeito ao modo de pensar de cada um que lê a Bíblia? E não é mais segura a intepretação coletiva das Sagradas Escrituras do que a interpretação pessoal?
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Lutero, muito inteligente...
Ou um desequilibrado emocional(?)
Foi no dia 17 de julho de 1505 que Martinho Lutero se apresentou às portas do Mosteiro Negro, como era chamado o Convento dos Padres Agostinianos em Erfurt. Faltavam quatro meses para que completasse 22 anos.
Foi ordenado sacerdote no dia 3 de Abril de 1507, com 23 anos de idade e 5 meses.
Como não tivesse feito o curso de Teologia, foi-lhe dado para ler, estudar e aprender, o livro sôbre o "Cânon da Missa" de Gabriel Biel, para que se instruísse particularmente sobre o Sacrifício Eucarístico e o Sacramento da Ordem. Isto às vésperas de ser ordenado Presbítero! Vinte meses de preparação! Sem dúvida muito pouco!Mas, Lutero era um caso especial...
...confiança excessiva dos superiores?!
Foi no dia 17 de julho de 1505 que Martinho Lutero se apresentou às portas do Mosteiro Negro, como era chamado o Convento dos Padres Agostinianos em Erfurt. Faltavam quatro meses para que completasse 22 anos.
Foi ordenado sacerdote no dia 3 de Abril de 1507, com 23 anos de idade e 5 meses.
Como não tivesse feito o curso de Teologia, foi-lhe dado para ler, estudar e aprender, o livro sôbre o "Cânon da Missa" de Gabriel Biel, para que se instruísse particularmente sobre o Sacrifício Eucarístico e o Sacramento da Ordem. Isto às vésperas de ser ordenado Presbítero! Vinte meses de preparação! Sem dúvida muito pouco!Mas, Lutero era um caso especial...
...confiança excessiva dos superiores?!
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