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domingo, 27 de outubro de 2013

O dinheiro não cai do céu.

Ele vem da terra, da força bruta, do suor do rosto ou do suor e cansaço do cérebro. 
O dinheiro vem e vai, ele não pára,  vai de mão em mão e, à medida que vai, vai se sujando, até tornar-se imundo, repelente. Fazem-no valer menos ou mais do que ele é razão porque muitos vendedores o depreciam, vendendo seus produtos com maior valor. Ele se torna enormemente apetecível para muitos. Daí as desonestidades no seu manuseio através do dolo, da fraude, numa palavra: do roubo; roubo violento dos assaltantes, roubo diplomático dos governantes. 
É difícil manter-se em pé diante do dinheiro sobretudo quando ele se apresenta em grande quantidade como é o dinheiro do povo que paga impostos; são poucos os que resistem à tentação.
É difícil que alguém mesmo que tenha muito estudo não dobre os joelhos diante dele e até venda a sua alma. O vil metal é realmente fascinante porque com ele pode-se comprar praticamente tudo menos a vida eterna.
Com o tempo a própria consciência se deixa subornar. Imagino o saco de estêrco que é um homem ou uma mulher milionários, que não sabem dividir, que tem o coração duro como pedra ante a pobreza e a fome da maior parte da humanidade sobretudo de crianças.
Dia virá e não demorará em que terão a recompensa do deus que serviram neste mundo. Terão no além um monte de dinheiro em moedas e notas, sentar-se-ão em cima sem saber o que com ele fazer  porque não terão mais ninguém com quem negociar. Definharão eternamente.

domingo, 25 de agosto de 2013

Dinheiro.

A mola do mundo materialista é o dinheiro, o lucro; é uma tentação permanente e insaciável para ricos e pobres, tentação das mais permiciosas porque vai levando as pessoas na mais doce ilusão perdendo o precioso tempo da vida. Quando perceberem, estarão no fim da caminhada que percorreram, muitas vezes sem querer olhar para si, encantados com o vil metal que não conseguiram ter em mãos tanto quanto queriam ou, se conseguiram, notarão que lhes escapa das mãos. Nessas alturas, um terrível vazio tomará conta de suas almas e quiçá o desespêro, prenúncio da condenação eterna. Oxalá que, neste momento peçam o socorro de Deus.

sábado, 17 de agosto de 2013

Não possuir algumas das coisas

que desejamos, é parte indispensável da felicidade. (Bertrand Russell).
Isto no deve fazer ver as muitas coisas que temos, e temos porque recebemos, e se mais recebemos, maior é a nossa responsabilidade em aplicar estes bens em benefício dos outros. É assim que eles se multiplicam. A riqueza não é um mal; o mal é guardá-la só para si.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Ladrões e ladrões.

Em geral, ficamos irritados com os ladrões que levam os nossos pertences e o nosso dinheiro com violência, à qual não podemos opôr resistência sob perigo de vida.
Os srs. deputados federais, e senadores, mais os deputados dos Estados brasileiros e ainda os vereadores, prefeitos e governadores, enfiam a mão em  nosso bolso, roubando-nos diplomaticamente. Vemos, calamos e permitimos, apenas nos lamentamos porque dizem eles: é lei, e ninguém pode estar contra ela. Só que esta lei, foram eles que a fizeram em benefício próprio, na surdina da noite; com votação maciça e rápidamente como a não querer dar tempo à consciência de perceber e gritar, porque, se ela ainda mora em algum coração, quando percebe, já está tudo consumado e será inútil reclamar. É imoral, mas é lei, como disse um deputado. Da parte do povo esbuchado só lhe resta sofrer tristemente a injustiça e deixar correr uma lágrima. Ai dos ricos! Ai desses ladrões que despojam os pobres e famintos! Um dia uivarão como cães danados.

domingo, 2 de setembro de 2012

Catadores de papel.

A sociedade não lhes permite profissão melhor, vida melhor. O mesmo se diz dessas pessoas que vivem em favelas, resignadas a viver em seus barracos apertados, amontoados uns nos outros e sem higiene. Gritante e injusta discriminação da sociedade, dos governos e das nações com a conivência - será errado dizer? - dos cristãos.

A tecnologia tem que conversar com o salário e a economia.

"A tecnologia moderna é capaz de realizar a produção sem emprêgo. Mas, a economia moderna não consegue inventar o consumo sem salário. Daí que para não ser burra, a tecnologia tem que conversar com o salário e a economia".

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Ilusão das riquezas.

"Por que temer os que confiam nas riquezas e se gloriam na abundância de seus bens?
Ninguém se livra de sua morte por dinheiro, nem a Deus pode pagar seu resgate. A isenção da própria morte, não tem preço, não há riqueza que a pessoa adquira, nem dar ao homem uma vida sem limites e garantir-lhe uma existência imortal.
Morrem os sábios e os ricos igualmente; morrem os loucos e também os insensatos, e deixam tudo o que possuem aos estranhos; os seus sepulcros serão sempre as suas casas...mesmo se deram o seu nome a muitas terras.
Não dura muito o homem rico e poderoso; é semelhante ao gado que se abate".
(Sl. 48 (49), 6-13)