Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa.
Hoje, Quarta-feira de Cinzas, iniciamos a
Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa. Estes quarenta dias de penitência
nos recordam os dias que Jesus passou no deserto, sendo então tentado pelo
diabo para deixar o caminho indicado por Deus Pai e seguir outras estradas mais
fáceis e mundanas. Refletindo sobre as tentações a que Jesus foi sujeito, cada
um de nós é convidado a dar resposta a esta pergunta fundamental: O que é que
verdadeiramente conta na minha vida? Que lugar tem Deus na minha vida? O senhor
dela é Deus ou sou eu? De fato, as tentações se resumem no desejo de
instrumentalizar Deus para os nossos próprios interesses, em querer colocar-se
no lugar de Deus. Jesus se sujeitou às nossas tentações a fim de vencer o
maligno e abrir-nos o caminho para Deus. Por isso, a luta contra as tentações,
através da conversão que nos é pedida na Quaresma, significa colocar Deus em
primeiro lugar como fez Jesus, de tal modo que o Evangelho seja a orientação
concreta da nossa vida.
(Papa Bento XVI)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O Bom Pastor vai atrás da sua ovelha perdida lá onde ela se encontra, mesmo que seja às portas do inferno.
Toda pessoa que, por palavras e atitudes leva outra ao pecado, encarna satanaz, é possuída pelo espírito das trevas, é um assalariado gratuíto do demônio que dorme enquanto seus operários trabalham, a trôco de nada, ou, quem sabe, a trôco das satisfações que isto lhe traz. Embora a inteligência do homem seja sagaz e perceba onde está o erro e onde está a verdade porque sem este conhecimento não pode haver pecado, muitas vezes a voz da tentação é mais forte e o homem, embora sabendo dessas artimanhas se deixa envolver por elas, amordaçando a consciência para que não fale e muito menos grite, e se deixa levar pela aparentemente doce correnteza do pecado.
De fato, todo pecado é uma espécie de desabafo da natureza, mas desabafo mal orientado que, uma vez satisfeito, deixa o ser humano na fossa de amarga solidão. Aí ou ele se levanta e volta para o Pai, ou ele aceita outra dose que o leva, que o precipita mais fundo, tornando o retôrno cada vez mais difícil, embora não impossível porque o Bom Pastor vai atrás da sua ovelha perdida lá onde ela se encontra, mesmo que seja às portas do inferno. Pensando bem, o demônio é um empresário bem sucedido, com milhares de empresas por este mundo afóra, com milhares de funcionários a seu dispor, por sinal bem pagos, porque com milhões e milhões de consumidores dos seus produtos.
A nossa vida é um milagre.
Vivemos por pura bondade de Deus. Estamos suspensos por um fio e este fio só é cortado quando Deus quiser nos libertar. Ninguém deve expôr a sua vida a perigos, a menos que a necessidade ou a caridade o exijam. Deus é o dono da nossa vida e não nós.
As pessoas podem tocar no demônio.
O demônio não pode tocar nas pessoas, Deus não lhe permite isto, mas as pessoas podem tocar no demônio e lhe dar licença que toque nelas e podem fazer pactos com ele. Se uma pessoa abre as portas do seu coração para que o demônio entre, ele não se faz de rogado. O demônio não tem autorização de Deus para agir nas pessoas, mas estas podem lhe dar esta autorização oferecendo seus membros, suas faculdades, dotes e dons como instrumento de maldade.
O homem é egoísta por natureza.
O homem pensa primeiro em si.
Depois ele pensa na sua família, mas à moda de animal racional: dar-lhe alimento, saúde, vestuário, instrução no sentido de, no futuro, conseguirem um bom emprego, tornarem-se independentes e não precisarem mais ser ajudados.
Depois, ele pensa no trabalho, não só como meio de ganhar o seu pão, mas de ganhar dinheiro. Por isso, ele procura o trabalho que lhe renda o melhor salário.
Em certo sentido, ele coloca a sua felicidade no dinheiro, porque com ele pode satisfazer os seus desejos, e assim pensa poder ser feliz.
Depois, talvez ele pense nos outros que não sejam seus familiares para, eventualmente, lhes prestar algum favor, no máximo, por motivos filantrópicos e até, quem sabe, para demonstrar caridade.
Por último, ele pensa em Deus e, mesmo assim, só em caso de necessidade, e fica zangado quando pede e não é atendido, porque, afora os apertos da vida, em que se vê na necessidade de apelar para Deus (no caso de uma doença grave, por exemplo), no mais ele pensa virar-se sozinho, não precisa amolar Deus nem depender dele.
O homem, com uma visão assim, não enxerga um palmo na frente do nariz. É um míope crônico porque, se olhasse mais longe - Deus dá a todos a graça desta possibilidade - ele se perguntaria: e depois? Até quando poderei ter uma vida feliz neste mundo? Existe vida após esta vida? Como será? Como ser feliz também depois? Que caminho tomar? Quem me ajudará a bem me orientar?
Depois ele pensa na sua família, mas à moda de animal racional: dar-lhe alimento, saúde, vestuário, instrução no sentido de, no futuro, conseguirem um bom emprego, tornarem-se independentes e não precisarem mais ser ajudados.
Depois, ele pensa no trabalho, não só como meio de ganhar o seu pão, mas de ganhar dinheiro. Por isso, ele procura o trabalho que lhe renda o melhor salário.
Em certo sentido, ele coloca a sua felicidade no dinheiro, porque com ele pode satisfazer os seus desejos, e assim pensa poder ser feliz.
Depois, talvez ele pense nos outros que não sejam seus familiares para, eventualmente, lhes prestar algum favor, no máximo, por motivos filantrópicos e até, quem sabe, para demonstrar caridade.
Por último, ele pensa em Deus e, mesmo assim, só em caso de necessidade, e fica zangado quando pede e não é atendido, porque, afora os apertos da vida, em que se vê na necessidade de apelar para Deus (no caso de uma doença grave, por exemplo), no mais ele pensa virar-se sozinho, não precisa amolar Deus nem depender dele.
O homem, com uma visão assim, não enxerga um palmo na frente do nariz. É um míope crônico porque, se olhasse mais longe - Deus dá a todos a graça desta possibilidade - ele se perguntaria: e depois? Até quando poderei ter uma vida feliz neste mundo? Existe vida após esta vida? Como será? Como ser feliz também depois? Que caminho tomar? Quem me ajudará a bem me orientar?
Se estes pensamentos ocupassem pelo menos um pouco a cabeça de muitos homens e mulheres, as suas vidas seriam também um pouco diferentes e, sem deixarem de usufruir das belezas e coisas boas desta terra, um outro espírito tomaria conta deles e, sem dúvida, seriam felizes em verdade.
O inferno é a casa do pecado:
da soberba, da avareza, da luxúria, da ira, da gula, da inveja e da preguiça. Os pecados que na terra se viveram em ponto pequeno, porque limitado, mas total e sem arrependimentos, no inferno se viverão em plenitude e com liberdade plena. No inferno tem muito ódio, muita soberba, muito dinheiro, muito sexo, muita preguiça, muita inveja. É insaciável a fome que os condenados tem destes vívios. O inferno é a casa da desgraça, da infelicidade, da morte eterna.
O céu é a casa da bondade, do amor, da paz, da felicidade sem fim. O céu é a casa da vida eterna.
Em que casa estou morando?
Em que casa estou morando?
Se ouvirmos alguém falar mal de alguém...
Nós apenas ouvimos e o outro apenas falou. Deus nos deu cinco sentidos além da razão para não errarmos, para que tomemos decisões acertadas, para que tenhamos a verdade, verdade que liberta e dá alegria. Se alguém nos falou, pode ter sido impreciso em suas expressões, apressado em seu julgamento e, pode não ter passado a notícia pelos seus cinco sentidos antes de emití-la e torná-la em certo sentido pública. Quem ouviu, pode também não ter entendido bem. E, se entendeu mal, deve ir correndo depressa ao irmão ou irmã dos quais ouviu falar mal e auscultá-los pelos cinco sentidos: Pelos olhos de sorriso, amizade e desejo de compreender; pelo tacto do cumprimento e apêrto de mãos, pelo beijo, pelo abraço; pelo olfato através do qual a pessoa transpira o que lhe vai na mente e no coração; só então deve usar da palavra para perguntar e confirmar o que já está sentindo, e depois, quedar-se em silêncio para ouvir. Para termos conhecimento da verdade total, pura e limpa, é preciso fazer uso dos cinco sentidos e não só de um deles, que pode estar equivocado. Mas os cinco, é quase impossível que estejam todos errados. E, se um deles porventura estiver, será pelos outros colocado no caminho certo.
O orgulho
do homem, que às vezes parece não ter limites, é baseado na fragilidade das suas estruturas e na fragilidade das estruturas que fabrica porque, embora pareçam perfeitas, desgastam-se, deteriorizam-se, vão para o lixo para onde vai também o orgulho, no fim de contas. Alguns exemplos: Titanic, o navio "inafundável"; Concorde, o avião supersônico; Kursk o submarino que jamais ficaria submerso para sempre.
O orgulho do homem mata, e quando mata, a muitos mata, inocentes que nada tem a ver com ele.
Vivemos numa sociedade capitalista.
Onde o que vale é o dinheiro, sociedade de exploração do homem pelo homem, sociedade do "homo homini lupus" (Hobbes), sociedade da mais valia, do mais vale o homem que tem mais, sociedade na qual se salientam uns poucos "dinheirudos" enquanto a maioria da população vive na miséria, na fome, na falta dos bens essenciais para uma vida humana digna.
O nosso Deus é bem diferente dos deuses pagãos.
Não é um deus que mata. É um Deus que não apenas defende a vida, mas dá a sua própria vida. Um Deus morrer é uma coisa que não podia acontecer, mas aconteceu, era necessário. Mas Deus não podia permanecer na sepultura da morte. Depois dos dias fixados pela Escritura Ele a retomou, porque tinha poder para isso, e nos fará participantes desta retomada no dia da ressurreição.
Guerra.
Um quer o que o outro não quer. Um acha que tem direitos enquanto o outro acha também que tem, sôbre o mesmo objeto. Discutem, mas não se entendem, dão prazos e ao final, como não conseguem entender-se e compreender-se racionalmente, passam para a agressão física e brutal de uma guerra. Vencerá quem tem razão? Estava com a razão quem venceu? Assim pensava-se antigamente. Quem vencerá? O mais forte? O que usar a melhor estratégia? O que tiver o maior número de soldados? O que tiver armamentos mais sofisticados? Numa guerra morrem muitos soldados de ambas as partes e, sobretudo, morrem muitos inocentes; cidades são arrasadas, doenças e contaminações aparecem, prejuízos materiais, psicológicos e morais se elevam, tudo precisa ser reconstruído com muitos sacrifícios e grandes despesas. A guerra nunca fez bem a ninguém. Os prejuízos de uma guerra são incalculáveis. Francamente, guerra não é solução de gente inteligente.
Sofrimento.
Muitos se perguntam diante da cruz: por que Deus permite tanto sofrimento neste mundo exatamente para os que não tem culpa e nada devem, como os pobres, os inocentes e sobretudo as crianças? E Deus é interpelado e condenado pelo seu silêncio e por sua omissão diante do mal e da dor que atinge tanta gente que não pode se valer por si mesma e que não tem quem lhe queira valer de modo eficaz. Sabe-se que dois terços da humanidade passa fome, e muitos ficam doentes e morrem por subnutrição. Quem é o culpado por essa situação? É um problema aparentemente sem solução possível, que se arrasta praticamente desde que o homem foi criado. Mas quem é o culpado? Muitos dizem que é Deus porque não castiga os culpados ou então, ignorando os culpados Ele, com sua sabedoria e onipotência, poderia resolver facilmente a questão.
O próprio Deus toma a sua defesa: "Eu não fiz a morte! O sofrimento, a dor, a fome e a perda dos vivos não me dá prazer" (Sab. 1, 13). Eu criei tudo para a vida. A Adão e Eva eu disse e repito-o para cada um de vocês: Não queiram experimentar o sabor da insubordinação contra seu Criador, Senhor, e sobretudo Pai! Não queiram experimentar o gosto da desobediência e sobretudo do orgulho que é coisa péssima! A ordem das coisas exige, e o bom senso também, que todo filho seja submisso a seu Pai! Se eu lhes dei os Mandamentos é porque eles são necessários para o bem-estar de vocês e para a felicidade de vocês neste mundo. Aceitem! É para o bem de vocês! Se os julgarem pesados eu os ajudarei e, além do mais, eles valem para agora, para o tempo de peregrinação, por uns poucos anos. Não serão necessários para depois, na eternidade. Depois desse breve período de provação na Terra, eu os confirmarei no bem. Mas, deixem-me lhes fazer também umas perguntas: O que vocês fizeram com o meu Filho? Alguém tomou a sua defesa na Paixão e toda vez que Ele foi menosprezado e injuriado? Todos com seu silêncio e omissão foram coniventes na sua condenação e morte na cruz. Imaginem só se eu os castigasse por isso como devia! Mas eu o ressuscitei, porque o mal e a morte, não tem a palavra final. A palavra final é minha e é palavra de perdão, de paz, de amor e salvação, de vida e ressurreição. Eu quero que todos os que me hostilizam se covertam a mim; que todos aqueles que me ofenderam com seus pecados se arrependam, que eu sou bom e misericordioso. Eu os quero todos meus comensais no banquete do Reino. Assim diz o Senhor.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Batismo do Senhor
“E, enquanto rezava, o céu se abriu e o
Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba.
E do céu veio uma voz: ‘Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem - querer”
E do céu veio uma voz: ‘Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem - querer”
(Lc 3, 22.)
domingo, 6 de janeiro de 2013
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