Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O homem é egoísta por natureza.

O homem pensa primeiro em si.
Depois ele pensa na sua família, mas à moda de animal racional: dar-lhe alimento, saúde, vestuário, instrução no sentido de, no futuro, conseguirem um bom emprego, tornarem-se independentes e não precisarem mais ser ajudados.
Depois, ele pensa no trabalho, não só como meio de ganhar o seu pão, mas de ganhar dinheiro. Por isso, ele procura o trabalho que lhe renda o melhor salário.
Em certo sentido, ele coloca a sua felicidade no dinheiro, porque com ele pode satisfazer os seus desejos, e assim pensa poder ser feliz.
Depois, talvez ele pense nos outros que não sejam seus familiares para, eventualmente, lhes prestar algum favor, no máximo, por motivos filantrópicos e até, quem sabe, para demonstrar caridade.
Por último, ele pensa em Deus e, mesmo assim, só em caso de necessidade, e fica zangado quando pede e não é atendido, porque, afora os apertos da vida, em que se vê na necessidade de apelar para Deus (no caso de uma doença grave, por exemplo), no mais ele pensa virar-se sozinho, não precisa amolar Deus nem depender dele.
O homem, com uma visão assim, não enxerga um palmo na frente do nariz. É um míope crônico porque, se olhasse mais longe - Deus dá a todos a graça desta possibilidade - ele se perguntaria: e depois? Até quando poderei ter uma vida feliz neste mundo? Existe vida após esta vida? Como será? Como ser feliz também depois? Que caminho tomar? Quem me ajudará a bem me orientar? 
Se estes pensamentos ocupassem pelo menos um pouco a cabeça de muitos homens e mulheres, as suas vidas seriam também um pouco diferentes e, sem deixarem de usufruir das belezas e coisas boas desta terra, um outro espírito tomaria conta deles e, sem dúvida, seriam felizes em verdade.

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