Deus nos escolheu e nos constituiu continuadores de sua vida e de sua obra. Louvado seja Deus!

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Se não fazemos o mal

talvez não fazemos o bem, bem feito, cumprindo um tanto contrariados ou de maneira distraída ou simplesmente rotineira os nossos deveres pessoais, profissionais, de comunidade na sociedade e na Igreja e, sobretudo os nossos deveres de vocação matrimonial, religiosa ou sacerdotal. É necessário dar valor àquilo que fazemos e fazer bem o que fazemos o que implica certo esforço que não cansa, porque o que o demônio pretende é o nosso relaxamento. A cada uma de nossas boas ações um soco nocauteador estaremos dando a nosso inimigo sempre a cochichar em nosso ouvido: "Não seja bobo! Aproveite a vida"! Se você não pensar em você, quem o fará? - Não dê ouvidos  a tais sugestões. Uma vez nocauteado, o inimigo nos dará sossego por algum tempo. Mas, cuidado! Refeito do soco que o estonteou e fez perder a consciência, voltará às melosas propostas e ardilosas agressões. Os poltrões e os covardes, que não estão dispostos a aceitar a continuidade da luta, porque o danado apanha mas não desiste, caem em suas artimanhas. Aí o vitorioso será ele e os nocauteados, nós. Portanto, a luta é sem tréguas enquanto se vive neste vale de lágrimas. Luta até o fim contra o inimigo da tua salvação. Um dia verás que valeu a pena o trabalho, o esforço a luta, porque a recompensa será escandalosamente grande, muito maior do que tudo que tiveres feito de bom neste mundo. A nossa recompensa será a grande alegria de sabermos que fomos fiéis a Deus e que Deus foi glorificado em nossa vida.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Tem-se observado

E aí está à vista de todos que o mundo, à medida que progride materialmente, regride moralmente. O homem está se tornando um simples animal com a agravante que é racional e  consequentemente livre, está se tornando um animal perigoso; também enquanto progride materialmente, regride moralmente. É aí que ele se torna mais que os animais, e goísta, orgulhoso, caminhando, aos poucos, para a lei do mais forte.
À medida que uns poucos enriquecem, a grande maioria empobrece. Como consequência desse desequilíbrio mental e inversão de valores, não há paz e todos tem mêdo não de fantasmas ou assombrações, mas do próprio homem que mais do que nunca e em maior número agride, rouba, saqueia, sequestra, mata. Hoje não há quem não tenha a sua casa e os seus bens mais valiosos ou asssegurados ou com dispositivos de segurança desde cães até eletrônicos, muros altos, arame farpado, vidros quebrados nos muros. Todos vivem com mêdo e, em nenhum lugar sentem-se seguros. Onde Deus é dispensado e os seus mandamentos não são seguidos, mas transgredidos, o homem se esconde de Deus porque se sente nú. Aliás, procura abstrair de Deus para tranquilamente viver nú e admirar a  sua nudez e a dos outros como um valor em si. Enfim, o homem tornou-se Deus, conhecendo o bem e o mal de acôrdo com o que favoreça ou defavoreça. É o homem que faz as suas leis em seu próprio benefício.

sábado, 6 de outubro de 2012

As nossas palavras carregam o espírito que possuímos.

Ou o espírito que nos possui: bom ou mau, de ternura, piedade, pureza, paciência, humildade, fortaleza, amor...
Ou espírito de ódio, raiva, rancor, orgulho, soberba, luxúria, avareza...

sábado, 11 de agosto de 2012

Se as boas obras, conforme os protestantes, não nos salvam, por que as más nos condenam?

É verdade que as nossas boas obras para serem não apenas boas, mas meritórias, temos que fazê-las unidos a Cristo. É dele que recebemos a capacidade de praticar obras meritórias, merecimentos que até podemos transferir para outros, especialmente as santas Almas do Purgatório. Sòzinhos, nós somos como uma lâmpada apagada, mas, unidos à fonte de energia que é Jesus, podemos iluminar e aquecer um ambiente escuro e frio. A lâmpada desligada da corente elétrica, não pode cumprir a sua função, mas também a energia elétrica sem a lâmpada, não pode atingir a finalidade porque foi criada. Aliás as usinas hidrelétricas precisam da intermediação de fios metálicos para distribuir a sua energia por toda parte, em lâmpadas e motores para os mais variados fins e assim beneficiar o ser humano onde quer que ele esteja.
Se  o homem e a mulher são incapazes de fazer o bem, meritóriamente falando, então eles são compelidos a fazer o mal pelo qual não são responsáveis porque, embora tenham a liberdade de resistir, não o conseguem ou então, tudo o que fazem é estéril, não produz fruto algum. Ora, isto é extremamente humilhante para o ser humano.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Os maus existem para provar os bons e para dar tempo aos maus para se converterem.

Deus concede-nos cooperar com Sua providência no governo da família, da nação e do mundo. Até do sofrimento e do próprio pecado, Deus sabe tirar o bem. Deus conta com a nossa colaboração: a ideia de Lutero não entra aqui. Para ele, Deus não precisa da nossa colaboração e mesmo que quiséssemos, não teríamos condições de dar.
Em certo sentido, Deus colabora com o mal, com o pecado, com o assassino ao qual ele dá força para puxar o gatilho.
- A Providência Divina e o escândalo do mal;
- O joio junto com o trigo, sinal da verdadeira Igreja.
- Liberdade, um risco!
- Por que existem os maus? Santo Agostinho responde: para provar os bons e para dar tempo aos maus para se converterem.
Deus não entra nem direta nem indiretamente na causa do mal.