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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

A Missa não é encenação da Ceia do Senhor.

É o memorial da sua paixão, é tornar presente o Sacrifício da Sexta-feira Santa sob os sinais propostos por Jesus na Quinta-feira Santa. A Santa Missa deve ser celebrada de tal maneira que seja do agrado de Deus como foi o sacrifício de Jesus, para que os frutos da sua paixão e morte jorrem sobre nós.

Falamos em santo sacrifício da Missa; sacrifício é doação a Deus de algo bom que a gente tem. Sendo algo material, mesmo que seja um sofrimento físico ou moral, ele se torna sagrado, pois é este o sentido da palavra sacrifício - sacrum fácere.

Em geral, fazemos sacrifícios de coisas que não nos custam muito. O sacrifício de Jesus foi diferente: Ele ofereceu a Deus Pai o seu sangue derramado, a sua vida pela salvação do mundo. Como é que Deus Pai poderia não aceitar este sacrifício? Diz-nos o apóstolo Pedro em sua 1ª Carta 1, 18: "Vós sabeis que não é por bens perecíveis como a prata e o ouro que tendes sido resgatados do vosso vão procedimento... mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado".


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