No estupro, o estuprador é o agressor; a mulher estuprada é a agredida e torna-se vítima a nova vida, que este ato gerou. Não é a criança inocente que deve morrer. Quem deveria morrer seria o agressor criminoso. Mesmo assim dever-se-lhe-ia dar oportunidade de reparação do mal e mudança de vida. Como cristãos, devemos defender a vida do culpado, quanto mais do inocente!
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