Os católicos não investem ou investem muito pouco na Igreja da qual são membros, e na evangelização. Isto significa para eles que a Igreja da qual fazem parte não merece crédito, não é confiável. Muitos se bandeiam para outras Igrejas e ali investem quase tudo porque o retorno daquilo que aspiram lhes parece que vem de imediato. Outros muitos católicos permanecem na Igreja, mas ficam em cima do muro para ver o que pode acontecer, para, no momento oportuno, tomar o partido que mais lhes interessar. Apenas um pequeno número permanece fiel e com total confiança arrisca todo tempo e dinheiro disponíveis, mesmo que tenha que esperar contra toda esperança, como Abraão. (17/06/1996)
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